Efeitos positivos da queda do dólar para o brasileiro demoram mais a aparecer, diz economista
Moeda norte-americana registrou a menor cotação em dois anos nesta sexta-feira (10): R$ 5,02
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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A postura imprevisível de Donald Trump na diplomacia internacional, unida à fragilidade do cessar-fogo na guerra do Oriente Médio, fez com que a força do dólar diminuísse ao longo dos últimos meses. Investidores desconfiados buscam países mais estáveis, como o Brasil, para depositarem as finanças, o que tem valorizado o real brasileiro. Já o dólar registrou a menor cotação em dois anos nesta sexta-feira (10): R$ 5,02.
Para o professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Finanças e Controle, Pedro Leão Bispo, apesar de as escolhas de Trump alterarem a economia mundial, elas não são novidade: “Essa questão toda de que o câmbio oscila em função de medidas políticas, isso é desde que o mundo é mundo. [...] O que existe, como sempre existiu, é uma preocupação em proteger primeiro a própria economia”.
“Quando o dólar aumenta a cotação, os preços sobem, mas, quando cai, essa redução de impacto em produtos do dia a dia é bem mais lenta. Sempre gerando algum dano para o consumidor final”, explicou no Conexão Record News.
Sendo assim, ele crê que todos serão eventualmente afetados por conta das alterações no dólar, primeiro os que trabalham diretamente com a moeda e depois os cidadãos que interagirem com produtos internacionais no dia a dia.
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