Linha de crédito para companhias aéreas é ‘enxugar gelo’, segundo professor de economia
Ajuda aprovada pelo CMN prevê empréstimos de capital de giro para segurar altas de preço que afetam o setor
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Segundo o professor de economia Ricardo Hammoud, a ajuda destinada às companhias aéreas, aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), equivale a “enxugar gelo”. Em vez de se pensar no problema como um todo — os aumentos impulsionados pela guerra no Oriente Médio —, a medida só “resolve o problema de um setor específico”, diz em entrevista ao Conexão Record News.
O Conselho aprovou nesta quinta-feira (23) uma nova linha de crédito para ajudar as empresas aéreas no enfrentamento das altas de custos, em especial dos combustíveis. Empresas de operação doméstica poderão pegar empréstimos para capital de giro, o dinheiro necessário para manter as operações do dia a dia, como pagamento de fornecedores, salários e despesas imediatas.
“Se a gente pensar na alta dos combustíveis, ela afeta toda a cadeia produtiva.” Mas o governo “está menos preocupado com as companhias aéreas e mais com a inflação”, diz Hammoud.
Segundo ele, um caminho mais eficaz para controlar o aumento das passagens seria aumentar a competição. “A gente viu algumas empresas low cost, que têm um custo mais baixo, tentando vir para o Brasil, mas muitas delas têm tido muita dificuldade”, pontua.
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