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Emprego industrial tem maior queda mensal desde fevereiro de 2009

Com o resultado, o emprego industrial acumula recuos de 4,8% no ano

Economia|Do R7

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Trata-se do 43º resultado negativo consecutivo na comparação do mês com o mesmo período do ano anterior
Trata-se do 43º resultado negativo consecutivo na comparação do mês com o mesmo período do ano anterior

O emprego na indústria recuou 0,9% na passagem de março para abril, na série livre de influências sazonais, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É a maior queda nesta comparação desde fevereiro de 2009 (-1,3%). Com o resultado, o emprego industrial acumula recuos de 4,8% no ano e de 4,1% em 12 meses.

Já na comparação com abril de 2014, o emprego industrial apontou queda de 5,4% em abril deste ano, a mais intensa desde setembro de 2009 (-6,1%). Trata-se do 43º resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto.


Segundo o órgão, na comparação interanual foram registradas reduções no contingente de trabalhadores em todos os 18 ramos avaliados no período, com destaque para meios de transporte (-10,5%), produtos de metal (-10,8%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-12,4%), alimentos e bebidas (-2,7%), máquinas e equipamentos (-6,8%), outros produtos da indústria de transformação (-8,7%), calçados e couro (-7,9%) e vestuário (-5,4%).

Número de horas pagas cai 1,1% em abril


Em abril de 2015, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, apontou recuo de 1,1% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período perda de 1,5%.

Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral mostrou redução de 0,5%, no trimestre encerrado em abril de 2015, frente ao patamar assinalado no mês anterior, e manteve a trajetória descendente iniciada em maio de 2013.


Na comparação com igual mês do ano anterior, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria mostrou redução de 6,0%, em abril de 2015, 23ª taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto e a mais intensa desde setembro de 2009 (-6,1%).

No índice acumulado no primeiro quadrimestre de 2015, o número de horas pagas na indústria recuou 5,4%, acentuando a magnitude de queda observada no último quadrimestre de 2014 (-5,0%), ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior.

A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de -4,6%, em março, para -4,8%, em abril, manteve a trajetória descendente iniciada em setembro de 2013 (-1,0%).

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