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Empréstimo de bancos a distribuidoras de energia deve sair no dia 19

O valor exato do consórcio ficou em R$ 6,583 bilhões; o BNDES emprestará R$ 2,7 bilhões

Economia|Do R7

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Governo avalia que as distribuidoras podem não usar todo o empréstimo para cobrir os custos adicionais de energia
Governo avalia que as distribuidoras podem não usar todo o empréstimo para cobrir os custos adicionais de energia

O primeiro desembolso do segundo empréstimo do consórcio de bancos às distribuidoras de energia elétrica ocorrerá na próxima terça-feira, dia 19 de agosto, segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, nesta quarta-feira (13). O valor exato do empréstimo do consórcio de bancos ficou em R$ 6,583 bilhões. A participação do BNDES, que inicialmente seria de R$ 3 bilhões, caiu para R$ 2,7 bilhões. O valor da primeira tranche será definido até o fim desta semana.

A avaliação do governo é de que as distribuidoras podem não usar todo o valor do empréstimo para cobrir os custos adicionais de energia. Caso haja sobra de empréstimo, os recursos poderão ser usados para começar a amortizar antecipadamente o financiamento ou ficar como reserva.


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Em nota, o Ministério da Fazenda afirma que "foi fechada ontem a segunda operação de crédito entre o sindicato de bancos e a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) no valor de R$ 6,58 bilhões".

— Desta vez, além das dez instituições financeiras que participaram do primeiro empréstimo, no valor de R$ 11,2 bilhões, a operação contou com a participação do BNDES e mais dois bancos. O BNDES, que entraria com R$ 3 bilhões, teve a sua participação reduzida para R$ 2,7 bilhões.


Segundo o ministério, no total, a segunda operação conta com 13 instituições financeiras que disponibilizarão, até o próximo dia 19, a primeira parcela dos recursos previstos. Nessa operação, que tem carência até outubro de 2015 e pagamentos entre novembro de 2015 a novembro de 2017, o custo foi fixado em CDI mais 2,35% ao ano.

— Nos dois empréstimos, que somam R$ 17,78 bilhões, a participação dos bancos públicos federais — Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – alcança 52,58%. O restante cabe às demais instituições financeiras participantes do sindicato de bancos — Bradesco, Itaú, Santander, BTG Pactual, Citibank, J.P. Morgan, Credit Suisse, Bank of America, BRB e Banrisul. Não estão previstas novas operações de crédito para o setor elétrico.


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