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Volume de transações via Pix aumentou 25,7% em 2025 ante 2024, aponta Banco Central

Total movimentado superou R$ 35 trilhões no ano passado; BC aponta avanço do uso do sistema para pagamentos a empresas

Economia|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O número de transações via Pix cresceu 25,7% em 2025 em comparação a 2024, totalizando quase 80 bilhões de transações.
  • O volume financeiro das transações via Pix aumentou 33,8%, ultrapassando R$ 35 trilhões no ano passado.
  • Em 2025, 43% das transações foram de pessoas físicas para pessoas jurídicas, mostrando um aumento no uso do Pix para pagamentos a empresas.
  • O Pix se consolidou como um meio de pagamento central no varejo brasileiro, substituindo o dinheiro em espécie de forma mais eficiente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Em 2025, houve quase 80 bilhões de transações, segundo relatório do Banco Central Bruno Peres/Agência Brasil - Arquivo

O número de transações via Pix aumentou 25,7% em 2025, em comparação a 2024. Foram quase 80 bilhões de transações no ano passado. No mesmo período, o volume financeiro de transações por meio da infraestrutura cresceu 33,8%, ultrapassando R$ 35 trilhões. Os dados constam na segunda edição do Relatório de Gestão do Pix, publicado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central.

“A quantidade e o volume de transações Pix têm crescido de forma significativa desde o seu lançamento”, diz o BC no documento.


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De pessoa física para jurídica

O relatório destaca que a infraestrutura sofreu uma mudança relevante na distribuição das transações desde seu lançamento, em 2020, do ponto de vista da sua natureza.

Inicialmente, o meio de pagamento era usado sobretudo para transações entre pessoas físicas, que correspondiam a 85% das transações. Com o passar do tempo, porém, a população passou a usar o serviço para envio para pessoas jurídicas. Em 2025, 43% das transações foram de PFs para PJs, um aumento de 4 pontos percentuais em relação a 2024 e de 37 pontos percentuais em relação a 2020.


“Esses números demonstram o processo de maturidade do Pix, que passou de um meio utilizado primordialmente para viabilizar transferências digitais entre pessoas para um meio de pagamento central para o funcionamento do varejo brasileiro”, afirma o BC.

Valores das transações

Na análise por faixas de valor, no ano passado, 59% dos envios entre PFs foram na faixa de até R$ 60, enquanto 21% das transações foram acima de R$ 200. Com relação às transações de PFs para PJs, 76% ocorreram nas faixas de até R$ 60 e apenas 8% foram acima de R$ 200. De maneira agregada, 71% das transações por meio da infraestrutura foram de até R$ 100.


“O aumento do uso no varejo é evidência da evolução da percepção de benefícios que o Pix proporciona às empresas, como rapidez no recebimento de recursos, redução de custos, aumento da base de clientes, facilidade de uso pelos clientes e integração com ferramentas de gestão financeira”, afirma a autoridade monetária.

“O Pix exerce o papel que antigamente era desempenhado pelo dinheiro em espécie, porém de forma mais eficiente e garantindo que a moeda exerça eficazmente sua função de meio de pagamento e seja plenamente disponibilizada para a população como bem público”, conclui.

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