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Estratégia econômica do Brasil soa como sentença de morte, diz Financial Times

Segundo jornal, País esperava crescer até 4% ao ano, mas terá crescimento de 2% neste ano

Economia|Do R7

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O jornal afirma ainda que “o Brasil precisa gastar menos, poupar dinheiro e investir mais, especialmente o governo”
O jornal afirma ainda que “o Brasil precisa gastar menos, poupar dinheiro e investir mais, especialmente o governo”

A estratégia econômica do Brasil soa como uma sentença de morte, afirmou o jornal Financial Times na edição do último domingo (6). A publicação afirma que as taxas de juros historicamente baixas, os controles cambiais e os incentivos fiscais temporários para a indústria deveriam se reverter em taxas de crescimento de 4% ao ano para o País.

No entanto, a inflação continua pressionando e levou o BC (Banco Centra) a aumentar a taxa básica de juros, a Selic, de 7,25% em outubro de 2012 para 11% na semana passada. O jornal disse que ainda há espaço para mais aumentos.


O Financial Times ainda lembrou a queda na nota do Brasil feita pela agência de avaliação de risco Standard & Poor’s e analisou que, com a situação atual, o País deve ter, neste ano, apenas 2% de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo Brasil.

Enquanto isso, estima-se que a inflação chegue a 6,3% neste ano, próxima do teto da meta do governo que é de 6,5% ao ano. O jornal afirma ainda que “o Brasil precisa gastar menos, poupar dinheiro e investir mais, especialmente o governo”. Mas que as políticas de protecionismo devem continuar para ganhar tempo até as eleições de outubro.


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