Logo R7.com
RecordPlus

Governo proíbe a venda de "Papinha Faz Bem" por falta de registro na Anvisa

Alimento para bebês é produzido no Rio de Janeiro. O pedido de registro foi feito em 2013

Economia|Juca Guimarães, do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Anvisa ordenou a retira dos produtos e suspensão da propaganda
Anvisa ordenou a retira dos produtos e suspensão da propaganda

A Diretoria de Controle e Monitoramento Sanitários da Anvisa (Agência Nacional de VigiLância Sanitária) proibiu a venda e a publicidade dos produtos feitos pela empresa "Papinha Faz Bem", especializada em comida pronta para bebês com mais de seis meses de idade, e sede na cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com a Anvisa, a empresa não tem registro no órgão e, por isso, deve retirar de todo o território nacional os produtos "papazinhos", "papinhas de frutas" e "papinhas orgânicas".


Esses produtos são considerados como alimentos de transição para lactantes e crianças de primeira infância e, por lei, é obrigatório o reguistro na Anvisa. Também está proibida a publicidade dos produtos, inclusive pela internet. Se não cumprir a determinação, a empresa pode ser multada em até R$ 1 milhão.

Leia mais notícias de Economia


No Rio de Janeiro, as papinhas da marca "Papinha Faz Bem" são vendidas por telefone e custam entre R$ 4,50 (pote de 120gr) e R$ 9 (pote de 150gr). Na propaganda de internet, a empresa usa o slogan "Feito do jeitinho da mamãe". 

A empresa existe há cerca de seis anos e, segundo o site do produto, as papinhas são cozidas no vapor com água 100% filtrada e, em seguida, congeladas. No preparo, preparo não é adicionado sal ou outros tipos de conservantes. O site também informa que "uma nutricionista garante a segurança alimentar e sanitária da cozinha industrial em que elas são preparadas". 


A "Papinha Faz Bem" informou que a empresa solicitou o registro dos produtos em 2011 e esperou até 2013 para iniciar as atividades, com um registro provisório. A empresa também ressaltou que as instalações foram vistoriadas e aprovadas pela vigilância sanitária do Rio de Janeiro. A empresa se disse surpresa com a proibição anunciada pela Anvisa antes mesmo da resposta oficial para o pedido de registro. 

Há dois meses, a empresa decidiu encerrar as atividades por conta da concorrência desleal de fabricantes que fazem papinha em casa, anunciam pelo Facebook e vendem por meios de aplicativos de telefone longe da fiscalização da Anvisa.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.