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‘Guerra não está sendo ruim para o Brasil’, diz economista após queda do dólar

Roberto Troster explicou os impactos do conflito para o crescimento do país

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O dólar caiu para R$ 4,96 e o índice Ibovespa subiu para acima de 191 mil pontos.
  • O economista Roberto Troster afirmou que as guerras, embora lamentáveis, têm impactado positivamente as projeções econômicas do Brasil.
  • Em abril, o FMI aumentou as previsões de crescimento do Brasil em comparação com janeiro, devido à alta nos preços do petróleo.
  • Troster mencionou a expectativa de redução da taxa básica de juros pelo Copom, prevista para esta quarta-feira (29).

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O dólar iniciou a semana em queda, cotado a R$ 4,96 na manhã desta segunda-feira (27). Ao mesmo tempo, o índice Ibovespa registrou alta ao ultrapassar 191 mil pontos por volta das 10 horas. Este cenário ocorre mesmo diante das incertezas geradas pelos conflitos no Oriente Médio.

Em entrevista ao Conexão Record News, o economista Roberto Troster compartilhou os impactos dessa situação no mercado financeiro brasileiro. Segundo ele, embora as guerras sejam lamentáveis devido à perda de vidas humanas, elas têm influenciado positivamente as projeções econômicas do Brasil.


Máquina de impressão processa folhas recém-impressas de notas de vinte dólares dos EUA. Cédulas exibem retrato e aparecem organizadas em pilhas. Acima, braços ou guias mecânicos alinham as folhas.
FMI (Fundo Monetário Internacional) aumentou as previsões de crescimento para o Brasil Reprodução/Record News

“A guerra não está sendo ruim para o Brasil. Quer dizer, é muito ruim uma guerra; é lamentável que morram pessoas. Mas as projeções de crescimento para o Brasil aumentaram. O Fundo Monetário faz projeções a cada três meses. Em abril, a projeção de abril foi 0,3% maior do que a projeção de janeiro. E ele reduziu [a projeção do] mundo em 0,2%”, afirma.

Segundo Troster, o FMI (Fundo Monetário Internacional) aumentou as previsões de crescimento para o país em abril deste ano em comparação com janeiro. A razão desse impacto está relacionada ao fato de que o Brasil é um exportador líquido de petróleo e se beneficia da alta nos preços do barril. “Quanto mais caro o petróleo, mais dólares entram por cada barril importado. O que é muito bom, o petróleo aumentou mais de 45%. Então é positivo”, diz.


Em relação às políticas internas monetárias brasileiras, o economista mencionou que há expectativa sobre uma possível redução da taxa básica de juros pelo Copom (Comitê de Política Monetária), prevista para quarta-feira (29). A previsão é que haja uma diminuição na ordem de 0,25 ponto percentual.

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