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Indicadores de emprego e desemprego apontam piora no mercado de trabalho

Há uma tendência decrescente no ritmo de contratações da economia brasileira

Economia|Do R7

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Os dados de emprego e desemprego divulgados nesta sexta-feira (11) pela FGV (Fundação Getulio Vargas) apontam uma gradual piora no mercado de trabalho brasileiro.

O IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego) ficou praticamente estável ao variar 0,1% em setembro, na comparação com o mês anterior, considerando-se dados com ajuste sazonal.


O resultado sinaliza uma estabilização após as oscilações nos últimos dois meses (queda de 5,7%, em julho, e subida de 2,6%, em agosto). A possível acomodação, no entanto, não muda a tendência decrescente no ritmo de contratações da economia brasileira.

Já o ICD (Indicador Coincidente de Desemprego) apresentou leve variação de 0,5% em setembro, na comparação com o mês anterior, considerando-se dados com ajuste sazonal.


O resultado sinaliza moderação após as fortes variações em julho (7,2%) e agosto (-2,3%). Tomando-se as médias móveis trimestrais, o indicador ainda sugere gradual piora do mercado de trabalho para o segundo semestre de 2013.

Classes


O ICD é construído a partir dos dados desagregados - em quatro classes de renda familiar - da pergunta da Sondagem do Consumidor que procura captar a percepção sobre a situação presente do mercado de trabalho.

As classes que mais contribuíram para a subida do ICD em setembro foram dos consumidores com renda familiar entre R$ 2.100,00 e R$ 4.800,00, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 0,8%; e a dos que possuem renda até R$ 2.100,00, com variação de 0,7%.

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