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Influenciadas pelos combustíveis, vendas no comércio varejista caem 1,5% em abril

No trimestre encerrado em março, indicador relacionado às compras feitas pela população registrou aumento de 0,7%, segundo o IBGE

Economia|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • As vendas no comércio varejista caíram 1,5% em abril, influenciadas principalmente pela queda de 6,2% em combustíveis e lubrificantes.
  • Outros setores que contribuíram para a queda incluem artigos de uso pessoal e doméstico (-4,6%) e equipamentos de escritório, informática e comunicação (-4,5%).
  • No acumulado do ano, o setor varejista registra um crescimento de 2,0%, apesar da estabilidade na média móvel trimestral em abril.
  • Por outro lado, setores como hipermercados e produtos alimentícios tiveram um crescimento de 1,3%, destacando-se positivamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Resultado mais recente ficou pressionado pela queda nas vendas de combustíveis e lubrificantes Marcelo Camargo/Agência Brasil – Arquivo

As vendas no comércio varejista caíram 1,5% em abril, na comparação com março, quando o indicador registrou 0,7% no trimestre. O índice mais recente ficou pressionado, principalmente, pela atividade de combustíveis e lubrificantes, que tiveram recuo de 6,2%. Na sequência, aparecem artigos de uso pessoal e doméstico (-4,6%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,5%).

Os dados são da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta sexta-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


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Neste ano, o setor acumula alta de 2,0% e, nos últimos 12 meses, de 1,5%. Porém, a evolução da média móvel trimestral para o varejo no trimestre encerrado em abril ficou estável (0,0%), após avanço de 0,7% no intervalo encerrado em março.

Na contramão das atividades que tiveram queda nas vendas, os seguintes grupos registraram aumento nas compras pelo público: hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%) — que têm o maior peso para o índice — e livros digitais, jornais, revistas e papelaria (1,1%).


A diminuição das vendas foi verificada em 20 das 27 unidades da Federação, com maiores variações negativas no Piauí (-3,9%), em Goiás (-3,8%), em Santa Catarina (-3,6%) e no Amazonas (-3,6%), segundo o IBGE.

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