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Votação sobre combustíveis será pautada na quarta caso governo retire urgência da 6x1

Hugo Motta afirmou que, se a pauta da Câmara não for destravada, a retomada das votações ocorrerá apenas na próxima semana

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente da Câmara, Hugo Motta, sugere que governo retire urgência do projeto 6x1 para liberar pauta sobre combustíveis.
  • Se urgência for retirada, votação sobre redução de tributos federais nos combustíveis pode ocorrer na quarta-feira.
  • Projeto dos combustíveis relatado por Marussa Boldrin, mantém incentivos fiscais para biocombustíveis.
  • Sem liberação da pauta, votações na Câmara podem ser adiadas para a próxima semana.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Hugo Motta tem buscado a retirada da urgência do projeto que acaba com a escala 6x1 Thiago Cristino/Câmara dos Deputados - 09.06.2026

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (9) que, caso o governo retire a urgência constitucional do projeto de lei sobre a escala 6x1, e libere a pauta do plenário, a Casa deve analisar, já nesta quarta-feira (10), o projeto que converte a arrecadação extraordinária em redução proporcional de tributos federais sobre os combustíveis.

“Eu tenho tentado, junto ao governo, que essa urgência seja retirada, até porque nós já aprovamos a PEC”, destacou Motta. “Caso haja a retirada da urgência até amanhã, nós devemos apenas pautar o projeto de lei que trata da questão dos combustíveis”, afirmou o presidente da Casa, em resposta a um questionamento da deputada Adriana Ventura (Novo-SP) sobre a pauta desta quarta.


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Motta afirmou ainda que, se a pauta da Câmara não for destravada, os deputados serão liberados já nesta quarta e a retomada das votações ocorrerá apenas na próxima semana.

PLP dos combustíveis

O PLP (Projeto de Lei Complementar) dos combustíveis é relatado pela deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) e esteve na pauta da Casa nas últimas semanas, mas sem acordo para votação.


Em seu parecer, a relatora preservou o núcleo da proposição original, ao autorizar que as renúncias de receitas decorrentes de atos do Poder Executivo Federal destinadas a mitigar os impactos econômicos do choque no mercado internacional de energia sejam compensadas pela receita extra do petróleo.

Entretanto, Marussa fez algumas modificações, como a imposição de que a União mantenha o regime fiscal favorecido aos biocombustíveis, com tributação inferior à dos combustíveis fósseis, mantendo seu diferencial competitivo mesmo com a subvenção. A medida atende à Emenda Constitucional 132.

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