Momento é oportuno para quem pretende comprar dólares para viajar, diz economista
Entrevistado alerta, entretanto, que diminuição da moeda norte-americana pode ter efeitos adversos para a economia brasileira
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Assim como na última terça-feira (5), o dólar amanheceu na sexta-feira (8) mais uma vez cotado a R$ 4,91, o valor mais baixo registrado desde janeiro de 2024. O recuo registrado ao longo da semana foi de 0,6%. No comercial para venda, a moeda norte-americana teve uma variação de 0,24% em comparação ao fechamento desta quinta (7).
“O momento agora é propício para quem pretende acumular reservas para viajar, não para especular, mas para poder aproveitar essa oportunidade”, comentou o economista Fernando Agra no Alerta Brasil desta sexta.
Apesar de a diminuição do custo parecer animadora, ele lembra que tanto efeitos positivos quanto negativos são gerados por ela: “Um dólar mais baixo auxilia no controle da inflação, porque ele barateia o preço dos produtos importados e dos insumos. [...] Por outro lado, se o dólar ficar baixo por muito tempo, desestimula exportações”.
Ele elabora que, neste segundo cenário, o que ocorre é a desmotivação dos exportadores, pois eles notam que ganham menos com o comércio. Consequentemente, o PIB (Produto Interno Bruto) diminui e o desemprego aumenta.
“O que a gente busca na economia, não só na questão cambial, é o equilíbrio. Então, para o equilíbrio da economia, uma taxa de câmbio nem muito alta, nem muito baixa. Muito alta, prejudica a inflação; muito baixa, prejudica a exportação. Então, o ideal é uma taxa de câmbio de equilíbrio, que os economistas acreditam que hoje deve girar em R$ 5 e R$ 5,10”, destaca Agra.
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