Paixão nacional: roupas e calçados são os produtos mais presenteados no Natal
Em segundo lugar aparecem bijuterias e produtos de perfumaria, seguido por celulares
Economia|Do R7

Quais produtos são os mais presenteados no Natal? Se você respondeu que são os eletrônicos ou os brinquedos, está muito enganado. O campeão de vendas nessa data são as roupas e os calçados.
Esses itens são os preferidos de 74,4% dos consumidores brasileiros que vão presentear neste fim de ano. No ano passado, eram 77,3%. É o que aponta levantamento encomendado pela Associação Comercial de São Paulo ao Instituto Ipsos, que fez entrevistas em todas as regiões brasileiras entre os dias 14 e 30 de novembro.
Dos 74,4% de consumidores que comprarão roupas ou calçados, 74% disseram que o farão à vista e 26%, a prazo.
Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), explica que menos gente vai presentear em 2014 porque, mesmo nessa época do ano – em que se tem um aumento no poder de compra por conta do 13º salário –, o consumidor prefere manter a cautela.
— O aumento da moeda americana é um dos fatores que influencia na decisão dos brasileiros, já que boa parte dos produtos vem do exterior e eles são negociados em dólar. É uma resposta [do consumidor] aos altos preços no mercado
Outros presentes
O segundo colocado na lista de presentes preferidos dos entrevistados são bijuterias e produtos de perfumaria, com 11,5% das intenções de compra – em 2013, eram 16%.
Celulares e smartphones aparecem em seguida, com 10,3% da preferência, ante 8% de 2013.
Não saem da lista os tradicionais CDs, com 6,4% da preferência (há um ano eram 9,3%), e televisores, com 5,1% das intenções ( enquanto no ano passado era de 6,7%).
Já 3,8% dos consumidores disseram que estão mais à vontade para dar de presente geladeiras, mesmo percentual dos que pretendem comprar livros.
Quem não apareceu na lista do ano passado e, neste ano, aparece com 1,3% das respostas é a linha de móveis. Saiu da lista o computador, que representava 1,3%.
A pesquisa é baseada em mil entrevistas domiciliares feitas em todas as regiões brasileiras por amostra probabilística com cota, representativa do eleitorado a respeito de sexo, idade, educação, PEA (População Economicamente Ativa), e região (PNAD e TSE).
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