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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA sobem; mercado de trabalho ainda é forte

Economia|Do R7

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Por Lucia Mutikani

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego subiu inesperadamente na semana passada, mas continuou abaixo do nível associado a um mercado de trabalho forte.

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Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 11 mil, para 276 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 26 de março, informou o Departamento de Trabalho nesta quinta-feira. Os números da semana anterior não foram revisados.

Economistas consultados em pesquisa da Reuters projetavam manutenção em 265 mil pedidos na semana passada.

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Os pedido permanecem abaixo dos 300 mil, marca associada a um mercado de trabalho saudável, há 55 semanas, mais longo período desde 1973. Com o mercado de trabalho continuando a se fortalecer, há pouco espaço para mais quedas significativas nos pedidos pelo auxílio.

A média móvel de quatro semanas dos pedidos, considerada uma medida melhor das tendências do mercado de trabalho já que elimina a volatilidade semanal, subiu em 3,5 mil para 263.250 na semana passada.

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Os dados dos pedidos de auxílio-desemprego não têm influência sobre o relatório de emprego de sexta-feira, já que ficou fora do período de pesquisa. Os pedidos foram em geral baixos no mês passado, sugerindo que o crescimento do emprego permaneceu sólido.

De acordo com uma pesquisa da Reuters junto a economistas, a criação de vagas fora do setor agrícola atingiu 205 mil este mês, após alcançar 242 mil em fevereiro. A previsão é de que a taxa de desemprego permaneça na mínima de oito anos de 4,9 por cento.

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