População sênior representa a 3ª maior atividade econômica no país
No Estúdio News desta quarta-feira, especialistas analisam o potencial da economia prateada
Economia|Do R7

O Brasil passa por um dos processos de envelhecimento mais rápidos do mundo, em 2050 o país será o 6º mais velho com cerca de um terço da população acima de 60 anos.
Para falar sobre os impactos da longevidade na sociedade, o Estúdio News desta quarta-feira (12) recebe a presidente do comitê de insights da Associação Brasileira de Anunciantes, Candice Pomi, e a co-fundadora do Hype 60+, Layla Vallias.
Conhecido como “oceano prateado”, o mercado da longevidade é crescente no mundo todo e já representa R$ 1 trilhão no Brasil. Porém, para dar visibilidade a esse público e explorar seu potencial econômico há muitos desafios, conforme explica Layla Vallias.
“De fato o Brasil está envelhecendo de um jeito muito rápido e a gente ainda não colocou na pauta como prioridade falar sobre longevidade. A gente ainda tem um gap enorme de adaptação das cidades, adaptação das casas, as empresas se engajando com isso”, afirma.
Em pesquisa lançada pelas startups Hype60+ e Pipe Social, a realidade das pessoas maduras já é bem distante da imagem que se mantém. Mesmo 63% dos brasileiros com mais de 60 anos sendo provedores da família, o preconceito com os mais velhos ainda é grande, afirma Candice Pomi.
“Quando a gente fala do idadismo, que é o preconceito com a pessoa idosa, ele é um pouco mais difícil de ser combatido porque as próprias pessoas idosas não se veem como idosas e aí sempre velho é o outro. É muito difícil as pessoas se perceberem no processo de envelhecimento e lutarem pelos direitos de quem está envelhecendo”.
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