Produção Industrial avança em 8 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE em janeiro
As altas mais fortes foram registradas em Santa Catarina (3,7%) e Pará (3,3%)
Economia|Do R7

Em janeiro deste ano, a produção da indústria cresceu em 8 dos 14 locais que integram a Pesquisa Industrial Mensal, na comparação com dezembro de 2015, informou na manhã desta quarta-feira (9) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As altas mais fortes foram registradas em Santa Catarina (3,7%) e Pará (3,3%). Em São Paulo, a produção subiu 1,1%.
Além desses três Estados, Bahia (2,6%), Rio Grande do Sul (2,5%) Ceará (2,4%), Paraná (2,2%) e região Nordeste (1,5%) também apontaram avanços mais elevados do que a média nacional (0,4%).
Na contramão, Pernambuco, Amazonas e Espírito Santo, todos com recuo de 2,1%, registraram as reduções mais intensas em janeiro ante dezembro. Rio de Janeiro (-1,5%), Goiás (-1,0%) e Minas Gerais (-1,0%) completaram o conjunto de locais que apresentaram índices negativos.
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Comparação com janeiro de 2015
Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 13,8%, em janeiro de 2016, com 12 dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Vale citar que janeiro de 2016 (20 dias) teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (21).
Nesse mês, os recuos mais intensos foram registrados por Amazonas (-30,9%), Pernambuco (-29,4%) e Espírito Santo (-26,3%), pressionados, em grande parte, pela queda na fabricação dos setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, de bebidas, de outros equipamentos de transporte (motocicletas e suas peças) e de máquinas e equipamentos, no Amazonas; de produtos alimentícios, em Pernambuco; e de indústrias extrativas, no Espírito Santo.
Minas Gerais (-18,3%), São Paulo (-16,1%) e Rio de Janeiro (-14,1%) também apontaram resultados negativos mais acentuados do que a média nacional (-13,8%), enquanto Paraná (-13,6%), Goiás (-13,4%), Santa Catarina (-11,2%), Ceará (-9,7%), Rio Grande do Sul (-5,7%) e Região Nordeste (-3,2%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas nesse mês.
Por outro lado, Pará (10,5%), Bahia (10,3%) e Mato Grosso (9,3%) assinalaram os avanços nesse mês, impulsionados, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo de indústrias extrativas (minérios de ferro em bruto), no primeiro local; de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel e óleos combustíveis), no segundo; e de produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas), no último.












