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Produção industrial no Brasil sobe 2,9% em janeiro, diz IBGE

Na comparação com janeiro de 2013, a produção diminuiu 2,4%

Economia|Do R7, com agências

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Taxa dos últimos 12 meses apresenta alta de 0,5% na produção
Taxa dos últimos 12 meses apresenta alta de 0,5% na produção

A produção industrial brasileira subiu 2,9% em janeiro frente a dezembro, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (11). Na comparação com janeiro de 2013, a produção diminuiu 2,4%. 

A taxa acumulada dos últimos 12 meses apresenta alta de 0,5% na produção, mas a média móvel trimestral registra recuo de 0,5%.


Com o resultado de janeiro, a indústria recuperou parte da perda de 4,3% acumulada no período entre novembro e dezembro, mas ainda encontra-se 4% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

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A indústria de bens de capital foi a que mais cresceu de dezembro para janeiro, com alta de 10%. A de bens de consumo apresentou alta de 2,3% — sendo 3,8% nos bens duráveis e 1,2% nos semiduráveis e não duráveis.

Os bens intermediários tiveram crescimento de 1,2%. Com a exceção dos bens de capital, que acumulam alta de 12,1% nos últimos 12 meses, todas as outras categorias de uso somam quedas, de 0,2% a 1%.


A pesquisa mostra que 17 dos 27 ramos tiveram aumento na produção de janeiro em relação a dezembro.

A indústria farmacêutica, com alta de 29,4%, foi uma das principais influências positivas, assim como a de veículos automotores, que, com 8,7% de crescimento, interrompeu uma tendência negativa que vinha se repetindo desde outubro.


A indústria de fumo está entre as que se destacaram por perdas na produção, com queda de 47,6%. Também puxaram o resultado para baixo as indústrias de outros produtos químicos (-2,5%), álcool (-2,2%) e produtos de metal (-2,7%).

De acordo com levantamento da agência de notícias Reuters, a expectativa era de que a atividade avançasse 2,5% na comparação mensal, segundo a mediana de 31 analistas. As estimativas variaram de 1% a 3,2%.

Na comparação anual, a mediana de 27 projeções apontava expectativa de queda de 3,4%, sendo que as projeções variaram de recuo de 5% a 1,5%.

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