Reunião entre Lula e Trump tem margem ‘muito ampla’ para negociação, diz especialista
Nova tarifa global dos Estados Unidos passou a valer a partir desta terça-feira (24)
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no último sábado (21) uma taxa global de 15% após a Suprema Corte derrubar o tarifaço a outros países e limitar o uso da lei destinada a ser usada em emergências nacionais. A partir desta terça-feira (24), as tarifas globais passam a vigorar com alíquota de 10%.
O Brasil “saiu como um dos vencedores”, segundo Welber Barral, especialista em comércio internacional e ex-secretário de comércio exterior.

No próximo mês, o presidente Lula tem reunião marcada com o chefe de Estado norte-americano e, de acordo com Barral, “sempre há espaço” para negociação da nova tarifa. “Os Estados Unidos têm fechado vários acordos interacionais, abrangendo temas muito diferentes que vão desde a parte de aviões até terras raras, minerais críticos, etc”, pontua.
“A margem para a negociação é muito ampla e provavelmente vai estar na negociação bilateral entre o Brasil e os Estados Unidos”, concluiu.
O especialista alerta que, além das tarifas globais, o Brasil também buscará negociar outras taxas que afetam particularmente alguns setores da economia.
“Nós temos vários produtos que estão sendo afetados pelas chamadas tarifas da sessão 232. Aço, alumínio, cobre, madeira, móveis. Os móveis brasileiros estão sofrendo muito com essa tarifa da 232, que são de 25 a 50%. Tem outros produtos também, mas o Brasil não exporta. Então, as 232 continuam sendo cobradas. Não foram afetadas por essa decisão da Suprema Corte”, explica.
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