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Riclan prevê dificuldades por causa da queda do preço do petróleo

Economia|Do R7

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Frankfurt (Alemanha), 6 fev (EFE).- O fabricante de balas e chicletes Riclan prevê que a queda do preço do petróleo criará dificuldades para a empresa, disse nesta sexta-feira à Agência Efe o diretor de Comércio Exterior da companhia, Romualdo Silva. Em entrevista por e-mail, o diretor de Comércio Exterior da Riclan previu que a queda do preço do petróleo criará dificuldades à empresa porque alguns dos países produtores "importam nossos produtos e isto afetará suas economias". Ele observou, além disso, que a Riclan não será afetada pelas mudanças nos preços das matérias-primas porque a empresa vende também produtos elaborados com tecnologia. Silva, que é também vice-presidente da Associação Brasileira de Cacau, Chocolates, Amendoins, Balas e Derivados, assinalou que a Feira Internacional do Doce, que aconteceu esta semana na cidade alemã de Colônia, "é um evento importante para a Riclan e as empresas brasileiras". "Aqui conhecemos muitos compradores de todo o mundo e temos a oportunidade de fazer contatos muito bons", segundo Silva. Acrescentou que a Riclan quer se concentrar nos próximos anos no lançamento de novos produtos que sigam as tendências do mercado, especialmente em produtos saudáveis. "Não só a economia brasileira se desacelera, muitos países que importam nossos produtos enfrentam a alta da taxa de câmbio do dólar e isto tem um impacto em nossa competitividade", considerou o diretor da Riclan. "Devido a estes fatores, não será um ano fácil para as exportações, mas nossas companhias estão bem preparadas para superá-lo", disse Silva ao ser perguntado pelo impacto do arrefecimento da economia brasileira. No entanto, matizou, a queda do real brasileiro contribuirá para "aumentar nossas exportações e tornará nossos produtos mais competitivos". O Brasil apresentou na Feira Internacional do Doce 16 novos produtos e foi representada nesta feira através de 17 empresas exportadoras. A Riclan tem atualmente capacidade de produzir 240 toneladas por dia, que são distribuídas no Brasil e outros 50 países, entre eles EUA, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, República Tcheca, Romênia, Argentina, Peru e Chile. EFE aia/ma

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