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Setor de serviços emprega 12 mi com salário médio de R$ 2.100

IBGE aponta que remuneração paga aos trabalhadores do setor em 2017 correspondia a 2,2 salários mínimos da época, proporção inferior à de 2008

Economia|Alexandre Garcia, do R7

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Transportes foi o segmento com maior receita do setor
Transportes foi o segmento com maior receita do setor

Os 12,3 milhões de profissionais, que atuavam em 1,3 milhão de empresas do setor de serviços no ano de 2017, receberam salário médio de R$ 2,105. Os dados revelados nesta quarta-feira (28) fazem parte da PAS (Pesquisa Anual de Serviços), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A remuneração média paga aos trabalhadores do setor há dois anos correspondia a 2,2 salários mínimos da época (R$ 937). A proporção é inferior aos 2,6 mínimos desembolsados pelas empresas de serviços no ano de 2008, quando a menor remuneração permitida figurava em R$ 415.


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"Todos os segmentos tiveram seu salário médio diminuído, com exceção dos Serviços prestados principalmente às famílias, que mantiveram o patamar de 1,5 salário mínimo no período e permaneceram registrando a menor remuneração média entre os segmentos", afirma o IBGE.


De acordo com o estudo, as empresas dos 34 grupos de atividades do setor registraram R$ 1,5 trilhão em receita operacional líquida e R$ 906,5 bilhões de valor adicionado bruto. A maior parte do montante (29,5%) foi gerada no segmento dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio.

Guiaram o bom desempenho do subsetor que assumiu a liderança do ranking de participação na receita operacional líquida os agrupamentos de transporte rodoviário de cargas e de armazenamento e atividades auxiliares aos transportes. Na contramão, o transporte rodoviário de passageiros perdeu espaço na comparação com 2008.


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O grupo de transportes foi agora seguido pelos serviços profissionais, administrativos e complementares, que aumentou a participação 2 pontos percentuais entre 2008 e 2017, respondendo agora por 26,2% do setor responsável por locação de mão-de-obra, agência de viagens, escritórios, atividades paisagísticas e serviços de vigilância.

Principal segmento do setor em 2008, os serviços de informação e comunicação, que em 2008 figurava como o segmento de maior participação na receita operacional líquida da PAS, passou para a terceira posição em 2017, com 22,5% de participação.

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