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Taxa de desemprego tem melhor outubro em 11 anos

Brasil tem 1,1 milhão de pessoas desocupada, e rendimento médio real chegou a R$ 2.122,10

Economia|Do R7

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O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,7 milhões) ficou estável tanto em relação a setembro
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,7 milhões) ficou estável tanto em relação a setembro

A taxa de desocupação, medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) teve a terceira redução seguida em outubro e foi estimada em 4,7%.

De acordo com o instituto, a variação não foi significativa em relação a setembro (4,9%).


No entanto, na comparação com outubro de 2013, quando a taxa era de 5,2%, houve uma queda de 0,5 ponto percentual. A população desocupada (1,1 milhão de pessoas) ficou estável frente a setembro e caiu 10,1% em relação a outubro de 2013.

A pesquisa mostrou ainda que a população ocupada (23,3 milhões) teve alta de 0,8% em relação a setembro e ficou estável na comparação com outubro do ano passado. Já o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,7 milhões) ficou estável tanto em relação a setembro de 2014 quanto a outubro de 2013.


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O rendimento médio real habitual dos ocupado (R$ 2.122,10) ficou 2,3% acima registrado no mês anterior (2.075,39) e 4,0% maior do que o obtido em outubro de 2013 (R$ 2.041,10).


A massa de rendimento médio real habitual (R$ 50,1 bilhões) em outubro de 2014 registrou alta de 3,1% em relação a setembro último e de 3,8% na comparação com outubro do ano passado.

A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (50,3 bilhões em setembro de 2014) cresceu 2,9% na comparação com agosto de 2014 e 4,4% na comparação com setembro de 2013.

Região

A análise mensal por região mostrou que a taxa de desocupação na região metropolitana de Salvador caiu 1,8 ponto percentual (de 10,3% para 8,5%) e nas demais regiões não variou.

Em relação a outubro de 2013, a taxa subiu 1,6 ponto percentual em Porto Alegre (de 3,0% para 4,6%) e caiu 1,2 ponto percentual em São Paulo (de 5,6% para 4,4%). Nas demais regiões, não foi observada variação significativa.

O contingente de desocupados, em outubro de 2014, foi estimado em 1,1 milhão de pessoas no conjunto das seis regiões investigadas, não apresentando variação na comparação com setembro. Frente a outubro de 2013, o comportamento foi de queda (-10,1%).

Na análise regional, o contingente de desocupados, em comparação com setembro, apresentou redução em Salvador (-18,4%), ficando estável nas demais regiões. No confronto com outubro de 2013, a desocupação aumentou 55,4% em Porto Alegre e caiu em São Paulo (-22,7%) e em Belo Horizonte (-16,7%).

Rendimento médio por região

Regionalmente, em relação a setembro, o rendimento cresceu em Salvador (9,7%), Belo Horizonte (4,6%), Rio de Janeiro (0,8%) e São Paulo (2,8%); caiu em Porto Alegre (-1,8%) e não se alterou em Recife. Na comparação com outubro de 2013, o rendimento apresentou acréscimo em todas as regiões, com destaque para o Rio de Janeiro (8,6%) e Recife (8,4%).

Na classificação por grupamentos de atividade, para o total das seis regiões, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em relação a setembro de 2014 foi na Indústria (6,4%).

Nenhum grupamento apresentou queda e Educação, Saúde, Administração Pública manteve-se estável. Na comparação anual, observou-se aumento em todos os grupamentos, sendo o mais expressivo na Indústria (6,1%).

Já na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido se deu entre os trabalhadores por conta própria, tanto na comparação mensal (5,2%) quanto na anual (6,0%).

Militares e funcionários públicos estatutários apresentaram queda na comparação mensal (-1,5%) e, na comparação anual, os empregados sem carteira do setor privado mostraram rendimento estável.

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