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Tomate e batata-inglesa voltam a pesar no bolso das famílias, diz FGV

Inflação semanal acelerou com alta de três das oito classes de despesas do indicador

Economia|Do R7

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A taxa de variação do item hortaliças e legumes passou de 6,48% para 15,86% entre uma semana e outra
A taxa de variação do item hortaliças e legumes passou de 6,48% para 15,86% entre uma semana e outra

A inflação semanal, medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), teve alta de 0,94% na semana passada e ficou 0,08 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação, de acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas) apresentados nesta segunda-feira (23).

Nesta apuração, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram alta em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo alimentação (1,13% para 1,58%). Nesta classe de despesas, o destaque foi o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 6,48% para 15,86%.


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Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: educação, leitura e recreação (0,20% para 0,36%) e comunicação (0,27% para 0,30%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: passagem aérea (-3,58% para 0,84%) e mensalidade para TV por assinatura (-0,09% para 0,47%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os seguintes grupos:


— Transportes (1,52% para 1,35%),

— Saúde e Cuidados Pessoais (0,65% para 0,63%),


— Vestuário (0,87% para 0,73%) e

— Despesas Diversas (0,08% para 0,07%).

Nessas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: gasolina (3,97% para 3,37%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,88% para 0,73%), roupas (1,07% para 0,88%) e alimentos para animais domésticos (-0,79% para -1,61%), respectivamente.

O grupo habitação repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,65%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (1,38% para 1,78%) e o preço dos eletrodomésticos e equipamentos (0,26% para 0,17%), respectivamente.

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