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Tribunal de Justiça de São Paulo rejeita falência da Avianca Brasil

O plano de recuperação judicial da empresa continua em vigor. A Anac, por entender que os slots não podem ser vendidos, os redistribuiu

Economia|Do R7

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Azul, MAP e Passaredo ficaram com os slots da Avianca
Azul, MAP e Passaredo ficaram com os slots da Avianca

Por três votos a dois, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu nesta terça-feira (10) não decretar a falência da companhia aérea Avianca Brasil.

O plano de recuperação judicial da empresa continua, portanto, em vigor - apesar dos entraves na Agência da Aviação Civil (Anac).

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Foram necessárias três sessões na 2ª Câmara de Direito Empresarial para os magistrados chegarem a uma conclusão.

O desembargador Sérgio Shimura, que inicialmente tinha sido a favor da falência, mudou seu voto.

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Shimura lembrou que nenhum dos credores da Avianca havia pedido a falência da empresa e afirmou que manter o plano de recuperação seria uma solução menos "traumática" para as partes.

O desembargador Ricardo Negrão havia proposto a falência em julho por considerar a empresa inviável economicamente.

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O plano de recuperação da Avianca previa a divisão dos horários de pouso e decolagem (slots) da empresa em Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), que foram leiloadas há quase dois meses.

A Anac, no entanto, por entender que os slots não podem ser vendidos, os redistribuiu entre as empresas solicitantes. Azul, MAP e Passaredo ficaram com eles.

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