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Wall Street fecha em queda e acumula perdas no mês

Economia|Do R7

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NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta sexta-feira, ficando em território negativo também na semana e no mês, com os investidores preocupados com o fraco crescimento da economia dos EUA e com a possibilidade da instabilidade na Europa atingir os resultados corporativos.

O índice Dow Jones caiu 1,45 por cento, a 17.164 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 1,3 por cento, a 1.994 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq caiu 1,03 por cento, a 4.635 pontos.

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Na semana, o Dow Jones caiu 2,8 por cento, o S&P também recuou 2,8 por cento e o Nasdaq perdeu 2,6 por cento. No mês, os índices também fecharam no vermelho. O Dow Jones caiu 3,6 por cento, o S&P 500 recuou 3,1 por cento e o Nasdaq perdeu 2,1 por cento.

A queda do S&P 500 em janeiro foi o maior recuo mensal desde janeiro de 2014.

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O crescimento econômico dos EUA desacelerou acentuadamente no quarto trimestre, com fracos gastos das empresas e um déficit comercial mais amplo ofuscando o crescimento mais acelerado dos gastos dos consumidores desde 2006.

Aumentando as preocupações, o ministro das Finanças da Grécia disse que o governo não iria cooperar com a missão da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.

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Um breve rali na sequência da alta dos preços do petróleo na tarde não foi suficiente para manter os investidores que, nervosos com os rumos da economia global e dos EUA, fugiram para títulos de renda fixa e até mesmo venderam ações de empresas de serviços públicos, o setor de pior desempenho no dia.

"Parece um movimento de fuga para a segurança em um final de mês. As pessoas estão colocando dinheiro em ativos que tiveram bom desempenho neste mês", disse o chefe de operações da ConvergEx Group Peter Coleman.

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O setor de energia do S&P 500 foi o único a terminar na sexta-feira em alta, subindo 0,74 por cento, depois de cair 1,5 por cento mais cedo na sessão. O índice setorial se recuperou quando os preços do petróleo subiram 8 por cento, após uma pesquisa mostrar o maior declínio desde 1987 do número de sondas de perfuração de petróleo dos EUA.

Os gastos dos consumidores foram o ponto de destaque com dados mostrando que a confiança do consumidor norte-amerciano subiu em janeiro para o maior patamar em 11 anos acompanhando melhores perspectivas de trabalho e salário.

Essa confiança pareceu refletir em alguns resultados corporativos. As ações da Amazon subiram 13,7 por cento após o lucro superar as expectativas de Wall Street devido às fortes vendas na temporada de compras de fim de ano.

Em contraste com o mercado em geral, as ações da lanchonete Shake Shack subiram 118,6 por cento em sua estréia no mercado.

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