Defensoria Pública de SP aprova cotas étnico-raciais em concursos públicos da instituição
Apenas 6,8% do total dos defensores em atividade no País se autodeclararam negros
Educação|Do R7

O Conselho Superior da Defensoria Pública de São Paulo decidiu-se na manhã da última quinta-feira (30) pela implantação de cotas étnico-raciais nos concursos públicos de ingresso na carreira de defensor público do Estado, de oficiais e agentes de defensoria e de estagiários da instituição.
O pedido partiu do Núcleo de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito e da Ouvidoria Geral da Defensoria Pública e do Instituto Luiz Gama.
Segundo o último diagnóstico das defensorias públicas de todo o País, realizado em 2009 pelo Ministério da Justiça, apenas 6,8% do total dos defensores em atividade se autodeclararam negros, enquanto indígenas são 0,3%.
Os conselheiros ainda não discutiram o conteúdo da deliberação, que definirá como será implementada a política de cotas aprovada pelo Conselho Superior da Defensoria Pública.
As diretrizes que serão adotadas nos próximos concursos serão debatidas nas próximas sessões do Conselho Superior.
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