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Eleições 2014

Aécio endurece discurso para se manter como principal candidato da oposição

Desempenho de Marina Silva nas pesquisas de intenções de voto preocupa tucanos

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Candidato do PSDB fez campanha no Mato Grosso do Sul
Candidato do PSDB fez campanha no Mato Grosso do Sul

O candidato do PSDB à presidência, senador Aécio Neves, abriu artilharia contra o PT nesta quarta-feira (19). O movimento é parte da estratégia tucana para se firmar como principal candidato da oposição após a confirmação de que Marina Silva assumirá a candidatura do PSB. Na primeira pesquisa divulgada com o nome da ex-senadora, ela já apareceu à frente de Aécio.

— Nossas propostas confrontam com aquelas que hoje governam o Brasil, seja em razão do aparelhamento absurdo da máquina pública, da incapacidade que o governo do PT ao longo de todos esses anos demonstrou de estabelecer parcerias com o setor privado. Na verdade, o PT optou por uma política social de administração da pobreza.


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Aécio esteve na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, onde participou de caminhada e ato politico em Dourados (MS), ao lado do candidato a governador Reinaldo Azambuja. Falando para agricultores, o tucano focou seu discurso no tema.


— O Brasil precisa de planejamento. Desde a década de 1990, tivemos um aumento da área plantada em torno de 40% e tivemos um aumento da produção em torno de 220%. Isso é uma constatação clara de que o agronegócio brasileiro é produtivo, tem responsabilidade ambiental. O que temos é que planejar o Brasil. O Brasil virou um cemitério de obras abandonadas e inacabadas por toda a parte e isso impacta na nossa competitividade e também nas questões ambientais

Segundo ele, o governo federal "não compreendeu até agora a necessidade de dar segurança jurídica a quem produz no campo e de investir em logística e infraestrutura, que permita maior competitividade àqueles que produzem no campo."

— Nosso projeto é antagônico ao projeto ao PT. Nosso grande adversário nessa eleição é o modelo de governo que aí está, com o aparelhamento da máquina pública casado à ineficiência e com uma visão distorcida do mundo, o que tem levado o Brasil a ter um dos piores crescimentos na nossa região. O que proponho é um governo que planeje e que tenha um claro protagonismo na melhoria das condições de competitividade de quem produz no campo. Essa é a nossa principal fonte, seja do ponto de vista do desenvolvimento econômico hoje, mas também do desenvolvimento social pelos empregos que gera.

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