Logo R7.com
RecordPlus
Eleições 2014

Campos pretende criar fundo nacional para segurança pública

Anúncio foi feito em Alagoas, Estado brasileiro com maior índice de homicídios

Eleições 2014|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Enquanto Campos cumpriu agenda em Arapiraca, Marina Silva visitou Feira de Santana (BA)
Enquanto Campos cumpriu agenda em Arapiraca, Marina Silva visitou Feira de Santana (BA)

O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, anunciou na tarde desta sexta-feira (8), em Arapiraca, Alagoas, que pretende criar um Fundo Nacional de Segurança Pública, caso seja eleito.

"Assumimos o compromisso de constituir o Fundo Nacional de Segurança Pública para que o dinheiro de Brasília chegue aos Estados e aos municípios, para financiar uma nova segurança", afirmou em discurso para empresários, comerciantes e agricultores da cidade.


Segundo o candidato, os recursos do governo federal ajudarão Estados e municípios a contratar mais pessoal, a valorizar salários de acordo com desempenho e a comprar equipamentos e sistemas de tecnologia da informação.

Questionado por jornalistas sobre de onde virão os recursos para o fundo, respondeu: "Hoje tem recursos, desde a aposta na loteria esportiva a outros tributos, que ficam contingenciados e são desviados para outras finalidades. Nós vamos respeitar a finalidade desses fundos e colocar em um fundo nacional que irá ajudar os municípios e Estados a remunerar melhor o pessoal na área de segurança e premiar soluções exitosas".


O anúncio foi feito em Alagoas, que é o Estado brasileiro com maior índice de homicídios, segundo o Mapa da Violência 2014.

"Pernambuco já foi esse Estado, reverteu essa posição nos sete anos em que governei", disse Campos.


— Muita gente vê, no jornal da televisão, o conflito lastimável na Faixa de Gaza e fica chocado, e é pra chocar mesmo. Mas a gente precisa lembrar que, no Brasil, tem muitas Faixas de Gaza, morrendo os filhos dos pobres.

Campos voltou a criticar a política de segurança do governo da presidente Dilma Rousseff, ao citar o corte de 3.000 postos na Polícia Federal.


— As fronteiras estão escancaradas para a droga entrar na hora que quiser e destruir famílias, destruir vidas.

O ex-governador de Pernambuco também criticou a postura de assistência emergencial oferecida pelo governo federal em casos extremos.

— Não adianta mandar, de vez em quando, avião com alguns policiais da chamada Força Nacional, passar 60 dias e ir embora. Segurança tem que ser permanente, 365 dias no ano, não pode ser quando tem Copa do Mundo".

O candidato voltou a citar também o programa de segurança "Pacto Pela Vida", que implantou em Pernambuco levando à queda de índices de criminalidade e que foi premiado pela ONU.

Leia mais notícias de Eleições 2014

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.