Deputado pela segunda vez, Márcio Bittar já teve nome ligado a esquema de notas frias
Agropecuarista já militou pelo partido comunista, e hoje se destaca pelo PSDB
Eleições 2014|Do R7

Em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados, o agropecuarista Márcio Bittar (PSDB) já teve seu nome envolvido em com um empresário denunciado em um esquema de notas frias quando era primeiro-secretário da Casa.
Entre os anos de 2011 e 2013, Bittar justificou despesas parlamentares na ordem de R$ 325 mil com notas fiscais para gastos com a divulgação da atividade parlamentar, consultorias, pesquisas, além trabalhos técnicos. A empresa responsável pelos trabalhos pertencia a um empresário denunciado pelo MPF (Ministério Público Federal) pela venda de notas frias em um escândalo envolvendo instituições ligadas à Universidade de Brasília.
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Todos os gastos estavam previstos dentro do Cotão, verba indenizatória criada pela Câmara, e os serviços prestados não precisam ser comprovados.
Ex-militante do PCB (Partido Comunista Brasileiro), Bittar já integrou o PMDB e, também, o PPS. Concorreu ao Senado em 2002 e à prefeitura de Rio Branco, em 2004.




