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Eleições 2014

"Eu vejo naturalmente", diz Dilma sobre entrada de Marina na disputa

Presidente visitou nesta terça-feira as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia

Eleições 2014|Do R7

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Visita a hidrelétricas é tentativa de colocar PAC na vitrine eleitoral
Visita a hidrelétricas é tentativa de colocar PAC na vitrine eleitoral

No primeiro dia da exibição do horário eleitoral no rádio e na TV, a presidente Dilma Rousseff (PT) disse nesta terça-feira (19) que não está preocupada com a entrada da ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (PSB), na corrida pelo Palácio do Planalto. O nome de Marina deve ser confirmado na chapa do PSB nesta quarta-feira (20), em Brasília.

A presidente visitou nesta terça-feira as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, em um esforço da campanha para colocar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) na vitrine eleitoral. Após a visita, foi questionada pelo Broadcast sobre a candidatura de Marina.


— Meu querido, eu quero dizer pra vocês: vou fazer a minha campanha, tenho muito o que mostrar. Eu não posso ficar preocupada com qualquer pessoa ou com o que ela queira fazer, é direito das pessoas concorrerem. E é meu direito, agora, aproveitar esse período e apresentar as obras que nós estamos fazendo, tudo que nós entregamos.

A licença prévia das hidrelétricas foi emitida pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) em 2007, quando Marina Silva — agora alçada à cabeça de chapa do PSB na corrida pelo Palácio do Planalto — chefiava o Ministério do Meio Ambiente.


— Eu vejo naturalmente (a entrada da Marina na disputa), quero lembrar que na época nós lutamos muito para viabilizar tanto Santo Antonio quanto Jirau, contratando técnicos e especialistas. Não tenho por que comentar a entrada de ninguém.

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Apesar das declarações de Dilma, internamente auxiliares da presidente e integrantes do comitê da campanha ficaram preocupados com o resultado da última pesquisa Datafolha, que apontou situação de empate técnico entre Dilma e Marina em um eventual segundo turno.

O Palácio do Planalto prefere enfrentar num segundo round o candidato do PSDB, Aécio Neves, visto como um alvo mais previsível de ser combatido, reeditando a polarização entre PT e PSDB das últimas disputas.

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