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Eleições 2014
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PSB define Beto Albuquerque como vice na chapa de Marina Silva

Viúva de Eduardo Campos rejeitou o convite por ainda estar comovida

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Decisão foi oficializada em nota divulgada nesta terça-feira (19)
Decisão foi oficializada em nota divulgada nesta terça-feira (19)

O PSB definiu nesta terça-feira (19) sua chapa presidencial com a ex-senadora Marina Silva como candidata à Presidência da República e o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS) como vice.

Marina era vice na chapa encabeçada por Eduardo Campos, morto na última quarta-feira (13) num acidente aéreo.

O anúncio foi feito pelo presidente do PSB, Roberto Amaral, em entrevista coletiva em Recife, seguida por uma nota do partido oficializando a decisão, que será sacramentada em reunião da Executiva Nacional da legenda na tarde de quarta-feira em Brasília.

"(O PSB) entende que a melhor opção partidária na triste circunstância imposta pela tragédia é para o PSB e para a coligação Unidos pelo Brasil convidar os companheiros Marina Silva e Beto Albuquerque para liderar nossa chapa presidencial", afirmou a nota assinada por Amaral.

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Veja nossa cobertura completa da morte de Eduardo Campos

"Desse pensamento partilha o PSB de Pernambuco", acrescentou o documento, ressaltando desse modo a importância da base política de Campos na escolha.

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Na nota, o PSB afirmou ainda que a viúva de Eduardo Campos, Renata, declinou do convite para ser companheira de chapa de Marina por estar "ainda comovida" com a morte do marido e pelos "apelos recebidos do partido e da população".

Além de Renata, outros pernambucanos chegaram a ter seus nomes cogitados para ocupar o posto de vice na chapa presidencial do PSB, entre eles, o ex-deputado federal e um dos coordenadores da campanha de Campos, Maurício Rands.

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Beto Alburquerque, tido entre aliados como um hábil conciliador, está em seu quarto mandato de deputado federal. Líder do PSB na Câmara, comandou a bancada em um momento chave, quando o partido anunciou seu desligamento do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) para construir a candidatura própria ao Planalto.

Nome organicamente ligado ao partido, empenhou-se fortemente pela candidatura de Campos em seu Estado, candidatando-se ao Senado para garantir um palanque ao pernambucano, apesar de entrar em uma disputa pouco promissora.

Campos morreu na última quarta-feira (13) quando o avião em que estava caiu em Santos, onde ele cumpriria agenda de campanha. Outras seis pessoas — dois assessores, um cinegrafista da campanha, um fotógrafo da campanha e dois pilotos — também morreram na tragédia.

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