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Eleições 2014

“Sou candidato para ganhar”, diz pré-candidato à Presidência pelo PSC

Pesquisas internas do partido confirmam sua força para 2014, segundo Everaldo Pereira

Eleições 2014|Rodolfo Borges, do R7

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Em viagem pelo País, Everaldo passou pelo Amazonas em outubro
Em viagem pelo País, Everaldo passou pelo Amazonas em outubro

Ainda à margem das principais pesquisas de intenção de voto para 2014, o pré-candidato à Presidência pastor Everaldo Pereira (PSC) se escora em levantamentos internos do Partido Social Cristão para sustentar um discurso otimista sobre a próxima eleição.

Com a ambiciosa meta de dobrar a bancada do partido na Câmara em 2014, o vice-presidente do PSC destacou ao R7 que a legenda tem militância desde 1981 — como líder religioso, Pereira também teria interlocução direta com 4,8 milhões de fiéis — e vem crescendo no Congresso nacional progressivamente desde 2002.


— Em todo lugar no Brasil a gente vem pontuando. Tenho as minhas pesquisas. Nunca vi ninguém sair candidato sem achar que pode ganhar. Sou um candidato para ganhar as eleições. É como diz o ditado: eleição e mineração, só depois da apuração.

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Participante dos governos de Anthony e Rosinha Garotinho no Rio de Janeiro, Pereira diz que não existe a hipótese de deixar a candidatura em nome de uma coligação e que já começou a andar pelo País para construir sua candidatura.


— Estamos consolidando uma decisão partidária de janeiro de 2011. Desde então, estive andando pelo País, construindo a candidatura, colocando preparativos para as eleições de 2012 e de 2014.

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Cronograma

Segundo o pré-candidato do PSC, o único ponto que mudou no cronograma aprovado pelo partido em 2011 foi o momento de lançamento da pré-candidatura, afetado pela polêmica posse do deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias) da Câmara.

— Íamos lançar em março a pré-candidatura. Mas foi quando surgiu a questão da Comissão de Direitos Humanos, que gerou aquele noticiário. Por isso, lançamos em maio.

Apesar das críticas a que Feliciano e o PSC foram submetidos à época, o vice-presidente da legenda considera que o saldo da questão foi positivo. Segundo Everaldo, o partido já era conhecido, mas, depois da repercussão do caso, “a sociedade toda sabe que o PSC existe”. 

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