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Eleições 2014

Velha política está com pé na canoa PT-PSDB, diz Campos

Vice na chapa do socialista, Marina diz que quebra da polarização entre partidos 'vai unir Brasil'

Eleições 2014|Do R7

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Campos: 'vamos mostrar que estamos prontos para fazer mudança'
Campos: 'vamos mostrar que estamos prontos para fazer mudança'

O ex-governador de Pernambuco e candidato às eleições presidenciais pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a dizer neste sábado (26), em entrevista coletiva concedida na cidade mineira de Juiz de Fora, que, para mudar o Brasil, é preciso ter coragem para romper com a velha política e construir um novo caminho.

— Vamos mostrar que estamos prontos para fazer a mudança política que o Brasil deseja.


Campos estava acompanhado da vice-presidente da chapa, a ex-senadora Marina Silva, e também do candidato do partido ao governo do Estado de Minas Gerais, Tarcísio Delgado. Segundo o candidato, a velha política no Brasil está com o pé em duas canoas. 

— Na canoa do PT, que governa, e na canoa do PSDB, que já governou e governou cercado da velha política.


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A mesma opinião tem a vice-presidente na chapa, a ex-senadora Marina Silva: "A quebra da polarização PT-PSDB é o que vai unir o Brasil".


Só quebrando essa polarização, segundo Campos, seria possível ter uma nova forma de governabilidade no Brasil.

— Fazer a mudança verdadeira, para que o Brasil se reencontre com o desenvolvimento econômico, com a geração de oportunidade de trabalho, de geração de renda, com sustentabilidade.


De acordo com Campos, a mudança do modo de governar o Brasil deve envolver a sociedade.

— Temos uma crença muito forte de que a mudança será feita pela sociedade.

Ele afirmou também que as conquistas do presente serão preservadas, mas para mudar o futuro é preciso melhorar a educação, a saúde, a segurança, garantindo serviço público de qualidade e melhorando as condições de vida da população.

Para tanto, Campos diz que o primeiro eixo é um novo Estado brasileiro e uma "democracia de alta intensidade".

— O Brasil só vai equilibrar sua economia e dar conta da agenda se inverter a lógica política que hoje domina Brasília, que é a lógica da política para os políticos, para os partidos, quando cada um se colocar como agente dessa mudança.

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