Eleições 2022 Esplanada deve ser fechada pela Polícia Militar em 2 de outubro, dia do 1º turno das eleições

Esplanada deve ser fechada pela Polícia Militar em 2 de outubro, dia do 1º turno das eleições

Medida ocorre para evitar protestos violentos e garantir a segurança das estruturas no dia do pleito 

  • Eleições 2022 | Renato Souza, do R7, em Brasília

Esplanada bloqueada para desfile de 7 de Setembro

Esplanada bloqueada para desfile de 7 de Setembro

José Cruz/Agência Brasil

A Esplanada dos Ministérios deve ser fechada pela Polícia Militar em 2 de outubro, data em que se realiza o primeiro turno das eleições deste ano em todo o país. A medida ocorre em razão dos riscos de protestos violentos e para garantir a segurança das sedes dos Três Poderes.

Apesar de ser um domingo, neste dia, diversos prédios públicos, como o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF), podem ter expediente para que as autoridades acompanhem o processo de votação e tomem decisões em caso de eventuais problemas envolvendo o pleito.

De acordo com fontes ouvidas pelo R7 junto à Secretaria de Segurança Pública do DF, um esquema especial de segurança está sendo montado, tendo em vista a polarização política registrada no país atualmente. O fechamento da Esplanada será para veículos, mas regras para pedestres também devem ser impostas.

A apuração das eleições ocorre na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde ministros da corte também estarão de plantão, assim como equipes jornalísticas para transmissão das informações. O prédio vai receber esquema especial de segurança, que já foi planejado para a data.

A votação em todo o país começa às 8 horas e a previsão é de que, por volta das 17 horas, já se tenha os primeiros resultados.

Procurada pela reportagem, a Secretária de Segurança Pública do DF informou que "o plano de segurança pública para o período eleitoral está em fase de elaboração e, assim como em todos os eventos deste tipo ocorridos no Distrito Federal, o planejamento está sendo constituído com a participação de instituições locais e federais, por meio de tratativas com representantes dos setores de segurança da Câmara dos Deputados, do Senado, do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral".

"Está previsto um protocolo de ações integradas, com flexibilidade para avaliações e ajustes constantes, de acordo com o cenário do momento, para garantir que os processos eleitorais, local e federal, ocorram sem transtornos e de acordo com a legislação do país", completa o texto da entidade.

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