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Aécio Neves diz que MG ‘saiu do jogo político nacional’ e aponta falta de experiência de Zema

Segundo o candidato ao Senado pelo PSDB, o estado ficou distante das discussões na esfera federal

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Aécio Neves afirma que Minas Gerais "saiu do jogo político nacional" nos últimos anos.
  • Ele sugere que a falta de experiência política de Romeu Zema pode ter prejudicado as negociações federais.
  • Aécio destaca a importância de manter uma relação republicana com o governo federal, mesmo em campos políticos opostos.
  • Ele lembra de sua gestão em Minas, quando manteve uma relação de respeito com o então presidente Lula, apesar das diferenças políticas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Assista à entrevista com Aécio Neves (PSDB), candidato ao Senado por Minas Gerais
Assista à entrevista com Aécio Neves (PSDB), candidato ao Senado por Minas Gerais

O candidato ao Senado por Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) afirmou nesta sexta-feira (4) que o estado “saiu do jogo político nacional” nos últimos anos e apontou que pode ter faltado ao ex-governador Romeu Zema (Novo) experiência política para negociar os interesses mineiros. A declaração foi dada em entrevista à rádio Itatiaia.

Questionado se a postura de confronto de Zema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria prejudicado Minas, Aécio evitou fazer, segundo ele, um “julgamento pessoal”, mas fez uma constatação. O candidato citou a participação do estado em discussões nacionais.


Nós saímos do jogo político nacional. Em discussões, como, por exemplo, a reforma tributária recentemente, a voz de Minas era muito distante, muito frágil”, afirmou.

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Aécio lembrou que governou Minas durante oito anos com Lula na Presidência e disse que, apesar das diferenças políticas e de gestão, manteve uma relação “republicana” com o petista.


“Eu era adversário político dele, do ponto de vista conceitual, de gestão, dessa gastança com a qual eu não concordo, do ponto de vista fiscal, temos diferenças, mas jamais deixamos de tratar com prioridade os interesses do Brasil ou do meu estado”, declarou.

Para o tucano, governadores precisam preservar a interlocução com o governo federal, mesmo quando estão em campos políticos opostos.


“Manter essa relação republicana, mesmo com um governante de oposição ou de um partido político distante do senhor, é essencial para quem administra”, disse.

Ao falar diretamente de Zema, Aécio afirmou: “Talvez tenha faltado a ele apenas uma experiência política maior, a compreensão da força e da importância de Minas Gerais para negociar em melhores condições os nossos interesses”.


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