Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais

Haddad admite clamor por reestatização da Sabesp, mas acha difícil anulação de contrato

Candidato do PT ao governo de São Paulo justificou que existe um grande imbróglio jurídico envolvido

2026|Do Estadão Conteúdo

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Fernando Haddad reconhece o clamor por reestatização da Sabesp em São Paulo, mas destaca a dificuldade devido ao imbróglio jurídico.
  • Haddad se compromete a revisar os pontos do contrato atual da Sabesp para buscar melhorias.
  • O candidato critica o contrato de energia elétrica com a Enel, afirmando que está errado desde a década de 1990.
  • Haddad sugere que o Estado e a prefeitura ajudem a reavaliar os pontos do contrato de energia para evitar problemas futuros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Haddad falou sobre processo de privatização da Sabesp durante entrevista Jose Cruz / Agência Brasil

O ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, reconheceu nesta quarta-feira (19) que há um “clamor” no Estado para uma reestatização da Sabesp, mas que considera difícil a anulação do atual contrato por conta do imbróglio jurídico envolvido.

“Eu sei desse clamor e eu vou estudar com muito carinho todas as possibilidades. Mas antecipo: estatizar uma empresa recém-privatizada é um imbróglio de tamanho grande”, disse Haddad, que, porém, se comprometeu a, ao menos, rever os pontos do atual contrato. As declarações foram feitas durante sabatina à rádio CBN e aos jornais O Globo e Valor Econômico.


“Vou passar a limpo esses contratos. Como é a obrigação de qualquer administrador que assume uma cadeira: contratar uma equipe boa para rever ponto a ponto o contrato para ver as possibilidades de melhorar”, detalhou.

Ainda no campo das concessões, Haddad disse que o contrato de energia elétrica, com a Enel, está errado “desde que nasceu”, na década de 1990, mas, por se tratar de uma concessão federal, não cabe ao Estado de São Paulo ou à Prefeitura assumir o controle do serviço. “O contrato foi feito 30 anos atrás e venceu agora, e nós, governo federal, não renovamos porque não será renovado nas condições atuais”, disse o ex-ministro da Fazenda.


“E não pode ser renovado, a menos que a Enel apresente um novo controlador, ou garantias, mudanças com penalidades elevadas para o que aconteceu em São Paulo”, detalhou o candidato, referindo-se a episódios recentes de falta de luz na capital e região metropolitana.

Nesse sentido, o petista também quer que o que pode ser feito por Estado e prefeitura seja ajudar a reavaliar os pontos do contrato.


Search Box

🗳️Eleições 2026: leia todas as notícias sobre a disputa

🤳🏽Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp 📲

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.