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Moro critica privatização da Copel e não promete privatizar a Sanepar

Declarações do candidato ao governo do Paraná sobre eficiência e gestão no setor público

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Sergio Moro criticou a privatização da Copel, alegando perda de eficiência no serviço prestado.
  • Moro afirmou que respeitará os contratos da privatização, mas cobrará melhorias caso eleito.
  • A Copel foi privatizada em 2023, transformando-se em uma companhia de capital disperso.
  • Moro não se comprometeu com a privatização da Sanepar, defendendo melhorias na gestão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O candidato do PL ao governo do Paraná não promete privatizar a estatal de água e defende melhorias na gestão Carlos Moura/Agência Senado

O candidato do PL ao governo do Paraná, Sergio Moro, criticou a forma como a privatização da Copel foi conduzida durante a gestão do governador Ratinho Junior (PSD) e afirmou que o serviço prestado pela companhia perdeu eficiência. As declarações foram dadas em sabatina à Rede Paraná nesta segunda-feira (24).

Críticas à Copel

“A privatização serve para ter um serviço mais eficiente. O serviço que a Copel hoje presta aos paranaenses não é mais eficiente”, afirmou. Segundo Moro, aumentaram as quedas de energia e o tempo para restabelecimento do serviço.


Moro disse que respeitará os contratos firmados na privatização, mas afirmou que, caso eleito, pretende cobrar melhorias. O candidato também citou audiência pública realizada no Senado para discutir a qualidade dos serviços da companhia.

A Copel foi privatizada em agosto de 2023, durante o segundo mandato de Ratinho Junior, por meio de uma oferta de ações que reduziu a participação do governo paranaense e transformou a empresa em uma companhia de capital disperso, sem acionista controlador. O Estado manteve uma ação especial, a golden share, que garante poder de veto em determinadas decisões estratégicas.


Sanepar sem compromisso de privatização

Na mesma entrevista, Moro afirmou que não assume compromisso de privatizar a Sanepar e defendeu um “choque de eficiência” na companhia, com aplicação da Lei das Estatais na escolha de diretores e conselheiros.

“Não existe nenhum compromisso com privatização em relação à Sanepar, mas o choque de gestão é necessário”, afirmou. Moro também criticou o reajuste das tarifas da companhia e disse que eventuais discussões futuras sobre privatização dependeriam de estudos.


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