OEA terá missão para acompanhar eleições brasileiras
Chileno José Miguel Insulza chefiará a iniciativa; Organização dos Estados Americanos já observou quatro pleitos no país desde 2018
2026|Do R7, em Brasília
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A OEA (Organização dos Estados Americanos) e o governo brasileiro assinaram um acordo para definir as garantias e imunidades da Missão de Observação Eleitoral que acompanhará as eleições deste ano.
O chileno José Miguel Insulza será o chefe da missão. Ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores do Chile, Insulza também já ocupou o cargo de secretário-geral da própria OEA.
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O acordo foi assinado na sede da OEA, em Washington, pelo secretário-geral da organização, Albert R. Ramdin, e pelo representante permanente do Brasil junto à OEA, Benoni Belli.
Durante a cerimônia, Belli destacou a atuação do DECO (Departamento de Cooperação e Observação Eleitoral) da OEA e afirmou que o trabalho da organização contribui não apenas para o acompanhamento das eleições, mas também para o aprimoramento dos processos eleitorais nos países da região.
Segundo o representante brasileiro, as recomendações feitas após as eleições ajudam a aperfeiçoar aspectos como a organização da votação e o sistema de apuração dos votos.
Já Ramdin ressaltou o desafio da missão da OEA diante da dimensão do eleitorado brasileiro — quase 160 milhões de pessoas, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). “Não é uma tarefa simples, e isso exige uma equipe sólida em campo”, ponderou.
Esta será a quinta Missão de Observação Eleitoral da OEA no Brasil desde 2018. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Caso seja necessário, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.
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