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PT decide lançar candidatura em Minas após reunião com Lula, mas ainda não tem nome

Principal cotada para disputar o Executivo mineiro pela sigla é a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O PT decidiu lançar candidatura própria ao governo de Minas Gerais após reunião com Lula.
  • A principal cotada para a candidatura é a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, que resiste à ideia.
  • O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, foi inicialmente considerado, mas declinou da candidatura.
  • Discussões internas no PT definirão o nome do candidato nos próximos dias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Partido abrirá uma discussão interna para definir quem será o nome escolhido Divulgação/ PT/ Sergio Silva

Após meses de indefinição, o PT decidiu que terá candidatura própria ao governo de Minas Gerais. A decisão foi tomada após reunião da bancada mineira com o presidente Lula nesta quarta-feira (24). Agora, o partido abrirá uma discussão interna para definir quem será o nome escolhido para disputar o Executivo do segundo maior colégio eleitoral do país.

O aval de Lula à candidatura própria foi confirmado em nota pela deputada estadual mineira e presidente estadual do PT-MG, Leninha. “O entendimento construído coletivamente reafirma uma resolução decidida há um mês de que o Partido dos Trabalhadores vai apresentar uma candidatura própria em Minas Gerais”, ressaltou.


Segundo Leninha, as definições sobre a candidatura petista serão construídas nos próximos dias, “a partir do diálogo entre o partido e as forças políticas comprometidas com um projeto democrático e popular para o estado”.

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O desejo inicial de Lula era lançar o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Durante meses, o petista trabalhou para convencer o aliado a entrar na disputa, mas Pacheco resistiu às investidas e acabou declinando da candidatura. A negativa obrigou Lula a recalcular a rota no estado, considerado um dos mais estratégicos para a eleição presidencial.


Antes de dar aval à candidatura própria, Lula flertou com o apoio a outras candidaturas, como a do ex-vereador Gabriel Azevedo (MDB), pré-candidato da sigla ao Palácio Tiradentes. A ideia, no entanto, enfrentou resistência dentro do PT mineiro em razão do histórico do emedebista.

Azevedo iniciou a militância política no PSDB, num período em que os tucanos tinham Aécio Neves (PSDB) como principal liderança em Minas Gerais. Também pesa contra o fato de ter sido favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Houve, ainda, uma tentativa de reaproximação com o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT), mas as conversas não avançaram.


A principal cotada para disputar o governo de Minas pelo PT é a ex-prefeita de Contagem (MG) Marília Campos. A petista, no entanto, resiste à ideia e inclusive vinha defendendo que o melhor caminho para o partido seria apoiar uma chapa encabeçada por outra legenda.

Na semana passada, Marília não participou de dois eventos de Lula, realizados em Belo Horizonte (MG) e Divinópolis (MG). A ausência foi interpretada como um indicativo de que ela está incomodada com a movimentação para ser candidata a governadora. A ex-prefeita justificou, porém, que está focada na pré-campanha ao Senado e cumpria agenda em outra região de Minas.

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