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TSE manda redes sociais apagarem posts do PT que ligam Flávio Bolsonaro ao CV

Decisão da ministra Estela Aranha atinge parlamentares após relatora entender que publicações extrapolaram a crítica política

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O TSE determinou a remoção de posts que associavam falsamente Flávio Bolsonaro a práticas criminosas.
  • Políticos do PT e perfis de apoio estão proibidos de repostar o conteúdo.
  • As plataformas devem identificar os responsáveis pelas postagens ao TSE.
  • A ministra Estela Aranha destacou o potencial dano eleitoral causado pelas falsas associações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para a ministra, posts que miraram Flávio Bolsonaro criaram uma 'teia' visual desinformativa Geraldo Magela/Agência Senado - 28.04.2026

A ministra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Estela Aranha determinou que redes sociais retirem do ar, no prazo de 24 horas e sob pena de multa diária, links específicos com vídeos e imagens que associavam falsamente o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro à “Operação Unha e Carne”, ao Comando Vermelho e a práticas criminosas.

Além disso, a magistrada proibiu que os políticos ligados ao PT Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Guilherme Boulos, Rogério Correia e diversos perfis de apoio voltem a publicar ou espalhar os mesmos vídeos ou conteúdos similares.

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Com a decisão, as plataformas devem enviar ao TSE os dados cadastrais e registros de acesso necessários para identificar os reais proprietários dos perfis que fizeram as postagens.

A relatora entendeu que as postagens extrapolaram a crítica política e criaram uma “teia” visual desinformativa.

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“O pré-candidato não figura como investigado, indiciado ou denunciado, inexistindo qualquer referência formal a seu nome nos procedimentos correlatos. Ainda assim, o material constrói visualmente e discursivamente uma suposta “teia” criminosa, colocando a imagem do representado no centro de fatos atribuídos a terceiros, induzindo o eleitorado à falsa percepção de envolvimento”, declarou a ministra.

Para Estela, o perigo de dano é evidente porque as publicações questionadas alcançaram expressivo número de visualizações, compartilhamentos e interações.

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“Em matéria eleitoral, a associação indevida de um pré-candidato a organizações criminosas produz dano de difícil ou impossível reparação, uma vez que a permanência do conteúdo no ambiente digital tende a consolidar percepções negativas no eleitorado, comprometendo a higidez do debate público e a livre formação da vontade do eleitor”, afirmou.

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