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RECORD e Estadão firmam parceria para debates presidenciais e ao governo de São Paulo

Debate com os principais postulantes ao Palácio do Planalto será em 27 de setembro, às 21h, uma semana antes do primeiro turno

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A RECORD e o Estadão firmaram parceria para debates eleitorais com os principais candidatos à Presidência e ao Governo de São Paulo.
  • O debate presidencial ocorrerá em 27 de setembro, uma semana antes do primeiro turno, com um possível segundo encontro em 18 de outubro.
  • No governo paulista, o debate está marcado para 21 de setembro, com um segundo turno previsto para 13 de outubro, se necessário.
  • A polarização é esperada entre Lula e Flávio Bolsonaro na presidência, e entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad em São Paulo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nas eleições municipais de 2024, as empresas se juntaram em uma parceria inédita Edu Moraes/RECORD

A RECORD e o Estadão firmaram uma parceria para a realização de debates eleitorais com os principais candidatos à Presidência da República e ao Governo de São Paulo. Esta será a segunda vez em que os veículos de imprensa se unem na cobertura eleitoral.

Nas eleições municipais de 2024, as empresas se juntaram em uma parceria inédita para promover o debate de segundo turno entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL).


O debate deste ano com os principais postulantes ao Palácio do Planalto será em 27 de setembro, um domingo, às 21h, uma semana antes do primeiro turno. Caso a disputa avance para o segundo turno, como ocorreu no pleito de 2022, um novo encontro vai ocorrer em 18 de outubro, no mesmo horário.

O debate entre os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes está marcado para 21 de setembro, às 13h25. Havendo segundo turno, os dois candidatos escolhidos pelos paulistas voltam a se enfrentar em 13 de outubro, às 13h20.


Além do debate para o governo paulista, que será em parceria com o Estadão, a RECORD organizará debates com candidatos aos governos de outras unidades da Federação. No primeiro turno, os encontros ocorrem de 21 a 25 de setembro. E, onde houver segundo turno, estão previstos novos debates entre 12 e 16 de outubro.

Para Antonio Guerreiro, vice-presidente de Jornalismo, Esportes e Multiplataforma na RecordTV, R7.com, RecordNews e RecordPlus, a realização de debates é essencial para a democracia, porque amplia o acesso do eleitor à informação de qualidade e ao confronto de ideias entre os candidatos.


“A parceria com o Estadão reforça esse compromisso, unindo duas marcas com tradição em jornalismo para oferecer ao público um conteúdo relevante, plural e consistente em um momento decisivo para o país”, afirma.

“O debate público qualificado é insubstituível nas democracias. Ao reunir candidatos em um ambiente de confronto transparente de plataformas prestamos um serviço ao eleitor, que fica em melhores condições para decidir. A parceria entre o Estadão e a Rede Record amplia o alcance do cotejo de ideias dos candidatos no momento em que o Brasil mais precisa de clareza”, diz Eurípedes Alcântara, diretor de Jornalismo do Grupo Estado.


Polarização deve marcar disputas

A disputa presidencial deste ano caminha para uma polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputará a reeleição ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente em prisão domiciliar. Os dois aparecem em empate técnico nos levantamentos mais recentes dos principais institutos de pesquisa do país.

Nomes da direita correm por fora na tentativa de se viabilizar. É o caso dos ex-governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); além do fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, que disputará pelo Missão, partido criado no ano passado.

Em São Paulo, as pesquisas também apontam para uma disputa polarizada entre o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), que já se enfrentaram nas eleições de 2022.

Como mostrou o Estadão, o pleito paulista caminha para ter um número baixo de candidatos, o que aumenta a chance de uma definição da disputa já no primeiro turno. O deputado federal Kim Kataguiri (Missão) deve decidir até junho se entrará na disputa ou se concorrerá à reeleição. O ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB) também se coloca como pré-candidato.

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