A avaliação do centrão sobre o palanque de Flávio Bolsonaro
Segundo um interlocutor, a indicação do vice não é tratada como condição para o apoio; já o PL quer Zema
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Integrantes do Centrão avaliam, sob reserva, que ainda não há qualquer construção concreta em torno do palanque do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a disputa eleitoral, especialmente no que diz respeito à escolha de um nome para a vice na chapa do filho ‘Zero Um’ do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso em domiciliar.
Segundo relatado à coluna R7 Planalto por um cacique do bloco, a discussão sobre possíveis nomes sequer foi iniciada de forma estruturada.
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Embora a deputada Clarissa Tércio (PP-PE) seja citada como uma opção viável, por reunir atributos como ligação com o eleitorado evangélico e representatividade no Nordeste, ela está “longe de ser consenso” dentro do campo político.
De acordo com a avaliação, há outros nomes considerados competitivos dentro do próprio grupo, o que reforça a ideia de que a definição está em estágio inicial e não deve avançar no curto prazo.
Ainda conforme o interlocutor, a indicação do vice não é tratada como condição para o apoio do Centrão a Flávio Bolsonaro.
O critério central, segundo ele, passa pela viabilidade eleitoral da candidatura. “É muito mais uma questão de chance de vitória do que de composição de vice”, resumiu uma liderança do PP.
PL quer Zema
A cúpula do PL, no entanto, defende que a vaga de vice seja do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Segundo interlocutores do partido, Zema seria um “excelente vice” na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).













