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Cientista está há quase cem dias no fundo do mar e afirma ter rejuvenescido 10 anos

Oficial naval bateu o recorde mundial anterior ao viver em cápsula debaixo d'água, semelhante a que a Nasa poderá usar em Marte

Hora 7|Maria Cunha*, do R7

Joseph Dituri passou 93 dias em cápsula debaixo d'água
Joseph Dituri passou 93 dias em cápsula debaixo d'água Joseph Dituri passou 93 dias em cápsula debaixo d'água

Um cientista que passou meses vivendo em um casulo no fundo do oceano Atlântico afirmou que "voltou no tempo" e perdeu 10 anos de idade.

O oficial naval aposentado Joseph Dituri, apelidado de Sr. Deep Sea, de 55 anos, bateu o recorde mundial anterior ao passar 93 dias na cápsula de aproximadamente 9,3 m² — semelhante a que a Nasa poderá usar em Marte. Com isso, ele superou o detentor do resultado anterior, que ficou 73 dias debaixo d'água. 

O homem, no entanto, não foi viver no Atlântico para ter uma boa história para contar, mas sim como parte de um grupo de estudos para pesquisar os efeitos de um ambiente pressurizado no corpo humano, segundo o tabloide Daily Mail.

Depois de voltar à terra firme, Dituri foi avaliado por médicos que mediram seus sinais vitais e telômeros — a sequência de DNA que se liga ao final dos cromossomos, informou o jornal Mirror.

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Os telômeros geralmente diminuem à medida que envelhecemos, mas os de Dituri agora são 20% mais longos do que quando ele submergiu em março, o que, de acordo com ele, equivale há mais de uma década de rejuvenescimento. O cientista acrescentou que também tem 10 vezes mais células-tronco do que no início da pesquisa.

Outros efeitos benéficos da hibernação no fundo do mar foram que ele agora consegue de 60 a 66% de sono profundo à noite, teve uma queda de 72 pontos no colesterol e que seus marcadores inflamatórios foram reduzidos pela metade.

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As grandes mudanças em sua saúde física são atribuídas à pressão, que é conhecida por ter vários efeitos positivos. Ele ainda acrescentou que seu metabolismo aumentou, permitindo que seu corpo ficasse "mais magro".

Na rotina debaixo d'água, o cientista trabalhava por uma hora de quatro a cinco dias por semana. “Ainda estou mantendo a massa que tenho, o que é insano”, finalizou Dituri.

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