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Agência pública de Emprego da Suécia demite 1/3 dos funcionários 

Motivo foi redução no orçamento e reformas estipuladas pelo novo Governo, que inclui redução em despesas e programas de buscas de trabalho

Internacional|Do R7

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Propostas do governdo de Stefan Lofven foram rejeitadas
Propostas do governdo de Stefan Lofven foram rejeitadas

A Agência Pública de Emprego da Suécia anunciou nesta quarta-feira (30) a demissão de 4,5 mil trabalhadores, um terço de seu quadro, pela redução no orçamento e as reformas estipuladas pelo novo Governo com a centro-direita.

Os orçamentos para este ano incluem uma redução da atribução anual à agência em despesas administrativas de 800 milhões de coroas suecas (77 milhões de euros), assim como de 4,5 bilhões (434 milhões de euros) em programas de busca de emprego.

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As reduções orçamentárias foram aprovadas no mês passado pelo Parlamento sueco, que rejeitou as contas provisórias do então Governo interino do social-democrata Stefan Löfven e votou em uma moção alternativa de conservadores e democratas-cristãos, apoiada também pela extrema-direita.

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Löfven fechou um acordo semanas depois com centristas e liberais que lhe permitiu, graças também à abstenção dos ex-comunistas, seguir no poder por mais quatro anos, embora não poderá introduzir mudanças substanciais nos orçamentos deste ano.

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O acordo de social-democratas, ecologistas, centristas e liberais inclui, além disso, por exigência destes dois últimos, uma reforma profunda da agência, que passará a funcionar como um aparelho de controle e gestão, enquanto a oferta e busca de emprego recairá de forma exclusiva a empresas privadas.

Na posse de Löfven há duas semanas, os ex-comunistas ameaçaram apoiar uma moção de censura contra ele se tentar realizar a reforma da agência pública de emprego estipulada com a centro-direita.

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"É uma decisão dura a que tomamos, embora faremos todo o possível para que os demitidos recebam o apoio que necessitam", afirmou em comunicado o diretor da agência, Mikael Sjöberg, enquanto os sindicatos falaram de situação "caótica".

Este organismo público conta atualmente com 13,5 mil empregados, além de 430 consultores, e dispõe de 242 escritórios.

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