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Americano morre em delegacia na província egípcia de Ismailiya

Internacional|Do R7

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Cairo, 13 out (EFE).- Um americano morreu neste domingo em circunstâncias estranhas em uma delegacia na província egípcia de Ismailiya, a cem quilômetros do Cairo, informou a Procuradoria Geral do país, que ordenou uma investigação sobre o fato. Por meio de um comunicado, a Procuradoria informou que a vítima, identificada como James Henry, apareceu sem vida pendurado pelo pescoço e sangrando pelo nariz em uma cela da delegacia. O corpo foi levado para que um médico legista determine as razões de sua morte. A nota acrescentou que Henry foi detido em 29 de agosto em Al Sheikh Zueid, no norte da Península do Sinai. Aparentemente, o americano tinha violado o toque de recolher vigente no país e possuía um mapa do Egito e um aparelho eletrônico sofisticado. O Sinai se transformou em um foco de instabilidade, onde diferentes grupos extremistas aumentaram suas ações contra as forças de segurança desde o golpe de Estado que em 3 de julho derrubou o presidente egípcio, o islamita Mohammed Mursi. Em 8 de outubro, a embaixada dos Estados Unidos no Cairo enviou vários funcionários para realizar uma visita a Henry, que se encontrava em situação "normal", disse a Procuradoria. Este fato ocorre após os Estados Unidos anunciarem nesta semana o congelamento de parte da ajuda militar e econômica que envia ao Egito, enquanto espera um "progresso crível" rumo a eleições "livres e justas", decisão que foi tachada de "equivocada" pelo governo do país africano. EFE mf/dk

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