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Análise: Trump nega interferência de China e Rússia no Oriente Médio por interesse econômico

Segundo especialista, ‘não há dúvida’ sobre fornecimento de informações ao Irã

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump nega envolvimento significativo de China e Rússia no Oriente Médio, apesar de relatos contrários.
  • Especialista Vitelio Brustolin afirma que não há dúvida sobre a troca de informações de inteligência com o Irã.
  • Trump evita reconhecer interferências que o favorecem ou desfavorecem, visando manter relações estratégicas.
  • O presidente norte-americano busca trégua temporária nas sanções à China e exceções no comércio com a Rússia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Apesar de relatos que apontam entidades chinesas e russas como fornecedoras de inteligência ao Irã, o presidente Donald Trump disse não acreditar na ajuda dos países no Oriente Médio. O líder afirmou que, se China e Rússia estiverem envolvidas, é em “um nível muito baixo”, já que os países “têm muito a perder” com a guerra. No entanto, o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin aponta que “não há dúvida” sobre a troca de informações.

“O Irã, com a sua defesa antiaérea destruída e grande parte do seu poder bélico destruído, ainda conseguiu alvejar alvos dos Estados Unidos nas bases em países no entorno do território iraniano. Isso tudo acontece porque há apoio militar e ajuda de inteligência, assim como os Estados Unidos fornecem ajuda de inteligência à Ucrânia para selecionar alvos dentro da Rússia”, afirma Brustolin, em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (13).

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De acordo com o especialista, o republicano costuma negar tanto as interferências que o favorecem — como a manipulação russa das eleições presidenciais de 2016, que o elegeram — quanto as que o desfavorecem. No momento, do ponto de vista de Trump, não é estratégico para os Estados Unidos deixar de negociar com atores internacionais militarmente poderosos como China e Rússia.

“Se ele não fizer isso, ele simplesmente não tem como avançar nas suas demandas”, aponta. Brustolin destaca a insistência do presidente norte-americano em relação à trégua temporária das sanções a Pequim e à exceção para o comércio do diesel de Moscou, a despeito de o fornecimento não resolver o problema de aumento do preço dos combustíveis nos EUA.

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