Após disparos, artilharia de Israel bombardeia pontos na Síria
Alertas antiaéreos soaram nas Colinas de Golã, território sírio anexado pelo Estado judeu em 1967, informou o Exército
Internacional|Do R7, com informações da AFP

A artilharia israelense bombardeou a Síria neste sábado (14), pouco depois que alertas antiaéreos soaram nas Colinas de Golã, território sírio anexado por Israel em 1967, informou o Exército do Estado judeu em um comunicado.
"Depois de um relato inicial sobre as sirenes que soaram nas comunidades de Avnei Eitan e Alma, a artilharia israelense entrou em ação contra os pontos de origem na Síria desses disparos", acrescentou o Exército.
O bombardeio israelense teria atingido o aeroporto da cidade síria de Aleppo, no norte do país, conforme relatado pelo OSDH (Observatório Sírio de Direitos Humanos), dias após um ataque semelhante contra os aeroportos de Aleppo e Damasco.
Além dos terroristas do Hamas, que se escondem na Faixa de Gaza, soldados do Estado judeu também atacaram homens ligados ao Hezbollah que supostamente tentaram entrar em Israel a partir do Líbano.
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Neste sábado, o Exército libanês acusou Israel de ser responsável pelo bombardeio que matou um jornalista da agência Reuters e feriu várias outras pessoas.
"O inimigo israelense disparou um foguete contra um veículo de imprensa civil, o que resultou na morte do cinegrafista Issam Abdallah" e em ferimentos em outros jornalistas, informou o comunicado libanês.
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Israel voltou a advertir a população da Faixa de Gaza, neste sábado (14), para que deixe o norte da região e anunciou a morte de dois importantes líderes do grupo terrorista Hamas, enquanto continua a bombardear o enclave palestino em resposta à sangre...
Israel voltou a advertir a população da Faixa de Gaza, neste sábado (14), para que deixe o norte da região e anunciou a morte de dois importantes líderes do grupo terrorista Hamas, enquanto continua a bombardear o enclave palestino em resposta à sangrenta ofensiva inimiga há uma semana, que deixou milhares de mortos. O Hamas também fez 126 reféns israelenses, entre os quais estão mulheres e crianças




















