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Após navio ser danificado, Coreia do Sul muda opinião sobre auxiliar na liberação de Ormuz

‘Talvez tenha sido um erro iraniano, mas também não pediram desculpa’; avalia professor sobre chances de Irã ter atacado navio

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Navio sul-coreano foi danificado no Mar Árabe, levando o governo a reconsiderar adesão ao plano dos EUA para o estreito de Ormuz.
  • Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul investiga causas do incidente, que pode ter envolvido armamento iraniano.
  • Professor Vitélio Brustolin destaca a importância da aliança militar entre Coreia do Sul e EUA para a mudança de postura.
  • Comparações feitas entre a situação do Irã e a da Coreia do Norte em relação ao Tratado de Não Proliferação Nuclear.

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O navio sul-coreano que foi danificado enquanto navegava pelo Mar Arábico nesta segunda-feira (4) aparentemente fez o governo do país asiático reconsiderar a possibilidade de aderir ao plano dos Estados Unidos de facilitar a passagem de navios pelo estreito de Ormuz.

A informação foi confirmada por um comunicado oficial da Casa Azul publicado nesta terça-feira (5). Apesar disso, o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul afirmou que ainda investigará as causas por trás do incêndio. “Provavelmente essa embarcação foi, sim, atingida por armamento iraniano. Talvez tenha sido um erro, mas também não pediram desculpa”, considera o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin.


Ele também avaliou que o motivo pelo qual Seul decidiu mudar a postura em relação a Washington envolve a importante aliança militar existente entre os dois países: “A Coreia do Sul tem interesse em impressionar os EUA, em mostrar trabalho e mostrar que tem capacidade de ser um parceiro confiável”.

No Conexão Record News desta terça, o professor destaca semelhanças entre a situação no Irã e a enfrentada na Coreia do Norte. Ambas as nações foram signatárias do Tratado de Não Proliferação Nuclear, porém, elas continuaram a investir em um programa clandestino de enriquecimento de urânio. “Isso que acontece com o Irã já aconteceu com a Coreia do Norte, claro, num outro contexto, mas também evadiu o tratado”.

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