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Eleições na Colômbia: veja quem são os candidatos a presidente e o que está em jogo na votação

Disputa política é polarizada entre a governo atual, de esquerda, e a oposição, de direita

Internacional|da CNN Internacional

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O primeiro turno das eleições presidenciais na Colômbia ocorrerá no domingo, 31 de maio, com alta tensão política.
  • Para vencer no primeiro turno, um candidato deve obter a maioria absoluta, ou seja, mais de 50% dos votos válidos.
  • Se nenhum candidato alcançar a maioria absoluta, um segundo turno será realizado em 21 de junho de 2026.
  • As principais forças políticas são o Pacto Histórico, que busca continuidade com Iván Cepeda, e o Centro Democrático, com a candidata Paloma Valencia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ivan Cepeda é o candidato do partido Pacto Histórico, do atual presidente Gustavo Petro Luisa Gonzalez/Reuters - 22.05.2026

Neste domingo (31), será realizado na Colômbia o primeiro turno das eleições presidenciais.

É uma votação com alta tensão política que decidirá sobre a continuidade do projeto político de Gustavo Petro ou uma mudança de rumo.


A votação presidencial é realizada de forma simultânea dentro e fora do país. Os colombianos residentes no exterior podem votar durante uma semana completa — de segunda-feira (25) a domingo —, enquanto no território nacional a jornada se concentra em um único dia.

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O censo eleitoral projetado estima em 41,4 milhões de cidadãos aptos a votar, segundo o registro civil colombiano.


Nesta jornada, os cidadãos votam exclusivamente pela chapa de presidente e vice-presidente da República que governará durante o período constitucional 2026-2030.

Cada candidatura aparece na cédula como uma chapa conjunta, e também há a opção de voto em branco.


Diferentemente de outras eleições pelo mundo, a votação não inclui parlamentares, governadores nem prefeitos, já que o Congresso foi renovado nas eleições legislativas realizadas em março.

Para que um candidato ganhe a presidência em 31 de maio, no primeiro turno, deve obter a metade mais um dos votos válidos — ou seja, maioria absoluta.


Se uma chapa atingir esse limite, é eleita sem a necessidade de uma nova votação. No entanto, se nenhuma candidatura superar os 50% + 1 dos votos válidos, a legislação eleitoral estabelece a realização do segundo turno.

Nesse cenário participam apenas as duas chapas presidenciais que obtiveram as votações mais altas no primeiro turno.

O segundo turno está programado para o domingo, 21 de junho de 2026, e, nesta instância, é eleita a chapa que obtiver o maior número de votos.

Os candidatos

  • Iván Cepeda Castro (vice: Aída Marina Quilcué Vivas)
  • Claudia Nayibe López Hernández (vice: Leonardo Humberto Huerta Gutiérrez)
  • Raúl Santiago Botero Jaramillo (vice: Carlos Fernando Cuevas Romero)
  • Abelardo Gabriel de la Espriella (vice: José Manuel Restrepo Abondano)
  • Óscar Mauricio Lizcano Arango (vice: Pedro Luis de la Torre Márquez)
  • Miguel Uribe Londoño (vice: Luisa Fernanda Villegas Araque)
  • Sondra Macollins Garvin Pinto (vice: Leonardo Karam Helo)
  • Roy Leonardo Barreras Montealegre (vice: Martha Lucía Zamora Ávila)
  • Gustavo Matamoros Camacho (vice: Mila María Paz Campaz)
  • Paloma Susana xValencia Laserna (vice: Juan Daniel Oviedo Arango)
  • Sergio Fajardo Valderrama (vice: Edna Cristina Bonilla Seba)

Três chapas que aparecerão na cédula não participarão da disputa porque se retiraram após a oficialização das candidaturas: a de Clara Eugenia López Obregón, Luis Gilberto Murillo Urrutia e a de Carlos Eduardo Caicedo Omar.

As três chapas desistentes anunciaram seu apoio à candidatura de Iván Cepeda, do governista Pacto Histórico.

Os partidos Pacto Histórico, a coalizão que levou Petro à presidência em 2022, e o Centro Democrático, liderado pelo ex-presidente Álvaro Uribe, são as principais forças do Senado para o período 2026-2030, após as eleições legislativas de março.

O resultado legislativo caminha em paralelo com o que as pesquisas mostraram para a votação presidencial e com o debate público durante a presidência de Gustavo Petro: um governo que quer continuar no poder com Iván Cepeda, e uma oposição concentrada nas candidaturas de direita de Abelardo de la Espriella — independente, mas com apoio de alguns grupos políticos consolidados — e Paloma Valencia, candidata do Centro Democrático e vencedora de uma consulta interpartidária que inclui figuras de centro como seu aspirante a vice-presidente, Juan Daniel Oviedo.

Com as candidaturas dos líderes de centro (Sergio Fajardo e Claudia López) mais atrás nas pesquisas, o panorama na Colômbia é de polarização diante do continuísmo ou da mudança em opções de direita.

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