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Ataques a bomba matam pelo menos 34 nesta quarta em Bagdá

Internacional|Do R7

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Por Kareem Raheem

BAGDÁ, 5 Fev (Reuters) - Ataques a bomba em Bagdá mataram pelo menos 34 pessoas nesta quarta-feira e tiveram entre os alvos locais próximos à bem protegida "Zona Verde" e uma praça movimentada no centro da cidade, segundo fontes da área de segurança do Iraque.


As explosões se dão um dia depois do disparo de dois foguetes na Zona Verde, onde fica o escritório do primeiro-ministro e embaixadas ocidentais, e devem aumentar as preocupações sobre a capacidade do Iraque para proteger locais estratégicos, à medida que a segurança piora no país.

Nenhum grupo assumiu imediatamente a responsabilidade pelos ataques, mas os extremistas islâmicos sunitas têm se fortalecido no Iraque, principalmente na província de Anbar, no oeste do país, onde eles tomaram duas cidades no primeiro dia do ano.


Mais de mil pessoas foram mortas em janeiro por conta da violência no Iraque, e o ano passado foi o mais sangrento desde 2008.

Nesta quarta, fontes da área de segurança afirmaram que dois carros com bombas estacionados explodiram perto do Ministério do Exterior, matando 11 pessoas.


O Ministério do Interior deu uma versão diferente, acusando um homem-bomba numa moto pelo ataque "covarde".

"Por volta das nove da manhã, um terrorista suicida numa motocicleta tentou entrar na área de segurança do ministério", disse o Ministério do Interior, em comunicado. "Um grupo de guardas o parou e impediu o acesso dele. Ele então se explodiu."


Em outro incidente, o ataque de um homem-bomba, num carro, do lado de fora de um restaurante, a uma rua da Zona Verde, matou oito pessoas, segundo fontes da área de segurança.

Uma explosão no centro de Bagdá, perto da Praça Khullani, deixou mais quatro mortos, e, mais tarde, as explosões em sequência de três carros-bomba, no sudeste da cidade, matou mais 11.

"Os líderes políticos do Iraque devem mostrar unidade nacional contra o terrorismo", afirmou o enviado especial das Nações Unidas ao país, Nikolay Mladenov, em comunicado.

(Reportagem adicional por Raheem Salman e Ahmed Rasheed)

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