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Banco Mundial reduz projeção de crescimento econômico global a 2,8%

O maior corte nas previsões do BM aconteceu na América Latina 

Internacional|Do R7

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O Banco Mundial (BM) reduziu nesta quarta-feira(10) suas projeções de crescimento econômico global a 2,8% para este ano
O Banco Mundial (BM) reduziu nesta quarta-feira(10) suas projeções de crescimento econômico global a 2,8% para este ano

O Banco Mundial (BM) reduziu nesta quarta-feira(10) suas projeções de crescimento econômico global a 2,8% para este ano, contra o 3% previsto em janeiro, em um contexto no qual a Índia supera a China como motor emergente e a América Latina verá sua expansão diminuir a apenas 0,4%.

"Os países em desenvolvimento foram o motor do crescimento global após a crise financeira, mas agora encaram um ambiente econômico mais difícil", declarou o presidente do BM, Jim Yong Kim, ao apresentar o relatório "Perspectivas Econômicas Globais".


Nesta ocasião, o relatório semestral do organismo internacional reforça os efeitos sobre as economias emergentes da antecipada alta nos custos de financiamento pelo aumento das taxas de juros nos Estados Unidos e da queda nos preços de matérias-primas e do petróleo.

Por sua parte, e em entrevista coletiva, o economista-chefe do BM, Kaushik Bashudestacó, destacou que, "de forma lenta, mas segura, o terreno sobre o qual se sustenta a economia mundial está mudando".


"Com um crescimento estimado de 7,5% neste ano, a Índia está, pela primeira vez, liderando a classificação de crescimento das principais economias", acrescentou. O maior corte nas previsões do BM aconteceu na América Latina, para cuja economia calcula agora um crescimento de apenas 0,4% para este ano, contra o 1,7% previsto há seis meses.

Por trás desta freada forte, o organismo internacional situa os desafios domésticos, entre eles as secas prolongadas, a baixa confiança dos investidores e a queda nos preços das matérias-primas.

O BM ressalta, concretamente, as previsões de contração de 1,3% do Brasil neste ano, afetado pela queda do investimento e pelo escândalo de corrupção na Petrobras.

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